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‘Decisão do STF deve ser respeitada’, diz deputado que assume vaga aberta por João Paulo

Lilian Venturini

10 de fevereiro de 2014 | 17h12

Pedro Venceslau

A renúncia ao mandato de deputado federal do petista João Paulo Cunha, que cumpre pena de 6 anos e 4 meses por corrupção passiva e peculato no caso do mensalão, abriu uma vaga na Câmara para o ex-presidente da UNE, Gustavo Petta, do PCdoB. Ele se licenciará do cargo de vereador em Campinas para assumir o mandato em Brasília, o que deve acontecer nos próximos dias.

Nas eleições desse ano, disputará uma vaga na Assembleia Legislativa paulista em dobradinha com o cunhado, o ex-ministro do Esporte, Orlando Silva Jr, que tentará eleger-se deputado federal. “Serei o primeiro ex-presidente da UNE a assumir uma vaga no Congresso Nacional desde Lindbergh Farias (senador pelo PT do Rio e pré-candidato ao governo do Estado)”, lembra Petta.

Apesar de seu partido fazer duras críticas ao julgamento do mensalão e defender os réus que estão presos, Petta é mais ponderado. “A decisão do STF tem que ser respeitada”. Ele diz, porém, que acha “contraditório” o mensalão do PSDB mineiro ser julgado depois do mensalão pertista, já que a ordem cronológica foi inversa.

 

 

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