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Mínimo no Senado: Não há condicionamento para votar o mínimo de R$ 545, diz líder do PT

Armando Fávaro

23 de fevereiro de 2011 | 13h47

Rosa Costa

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, negou qualquer tipo de ligação entre a decisão do senador Paulo Paim de aprovar o salário mínimo de R$ 545 e a iniciativa do governo de mudar o fator previdenciário, que condiciona as aposentadorias do INSS à idade e ao tempo de contribuição.

Dilma prometeu discutir fator previdenciário e reajuste de aposentados, diz Paim

Segundo o líder, o assunto neste momento não está em discussão. “Nem o governo nem nós estamos estabelecendo qualquer tipo de condicionamento para contar com o voto da nossa bancada”, afirmou Costa. Ele disse que Paim mudou de ideia após se convencer de que estava abrindo mão da capitalização de uma vitória, com a aprovação da regra já estabelecida e que teve ele próprio como um dos grandes responsáveis.

“Vota porque essa é a melhor proposta para o salário mínimo. Ela garante ganhos reais, garante uma previsibilidade e sem dúvida é um patamar novo para uma política que nunca teve critérios estabelecidos para a sua execução. Então não há o compromisso de discutir qualquer outro assunto condicionado à aprovação do mínimo”, afirmou.

Humberto Costa está convencido de que a decisão da sua bancada será unânime, a favor do governo. Segundo ele, o quadro reforça a posição da bancada de mostrar um trabalho coletivo, solidário, de união e de fidelidade ao governo do PT.

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