José Serra ataca Dilma e eleva tom das críticas ao governo Lula; leia a íntegra
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José Serra ataca Dilma e eleva tom das críticas ao governo Lula; leia a íntegra

Camila Tuchlinski

25 Maio 2010 | 09h12

Por Carol Pires e Rodrigo Alvares

PRESIDENCIAVEIS3

Debate entre os pré candidatos a presidência da Republica, Dilma Rousseff, Marina Silva e José Serra, na CNI.

Foto: Dida Sampaio/AE

Leia também: Dilma promete reforma tributária a empresários se eleita

Marina Silva

14h15 – Marina dá a entender que tem consciência de que não irá para o segundo turno nas eleições, mas aproveita para alfinetar os adversários. “No primeiro turno a gente vota em quem acredita. No segundo turno a gente se desvia do pior. Mas isso, só a sociedade brasileira pode fazer”. Encerra-se a sabatina na CNI.

14h13 – Vai chegando ao fim a sabatina com a presidenciável do PV, a última do dia. “Mesmo com meus ainda 12%, me sinto valorizada”. Na última pesquisa Datafolha, Marina Silva apareu com 12% das intenções de voto, contra 37% de Dilma e 37% de Serra.

14h12 – “Estamos saindo da visão patrimonialista do Estado”, afirma a pré-candidata.

14h11 – Marina defende valorização dos professores. “Quando é um concurso de juiz, a pessoa vai lá e faz a prova até onde o Judas perdeu as botas. Quando é o professor, ele não quer ir nem para a cidade-satélite, porque não é valorizado”.

14h07 – “A política econômica tem sido como um cachimbo, que colocamos ora de um lado da boca, ora de outro”, diz Marina Silva.

14h05 – Marina: “Não há como pensarmos em um país que é um dos maiores produtores de minério do mundo e quando tem  quefazer as ferrovias em Minas Gerais, que é o maior produtor de minério do País, importa os trilhos da China”.

13h59 – “Não há como pensarmos em um país que é um dos maiores produtores de minério do mundo e quando tem  quefazer as ferrovias em Minas Gerais, que é o maior produtor de minério do País”, afirma Marina, para arrematar: “O papel da indústria no Brasil e a minha visão é um lugar estratégico e importante e necessário”.

13h57 – Ela, agora, exalta a biografia do vice–candidato na sua chapa, que, segundo ela, começou com uma pequena empresa na garagem de casa, e hoje é um dos homens mais prósperos do país. Guilherme Leal é dono da Natura.

13h56 – Os empresários querem saber se Marina dará prioridade às pequenas e médias empresas. “No Estado de São Paulo, para se abrir uma empresa, se leva três meses. Em Minas Gerais, se leva 19 dias. Significa que não precisamos inventar a roda, mas usar as boas idéias como políticas públicas”.

13h45 – “Nós não temos um programa de gestão. Temos uma colagem de obras”, afirmou Marina. “Antes era o apagão de energia, agora é o apagão logístico”, disse a ex-ministra, alfinetando este e aquele governo.

13h43 – Marina Silva lembra que é mulher, negra, foi analfabeta até os 16 anos, e hoje fala para “uns dos homens e mulheres mais importantes deste País”. A senadora disse que não poderia apresentar muitos números (como fez Dilma), nem mostrar intimidade com os empresários (Serra agiu assim), mas disse ter esperança de que a agenda de prioridades da CNI seja “o prenúncio de um país que está mudando”. Foi aplaudida longamente. “Nós podemos antecipar o futuro”, diz Marina, em oposição aos que fariam “mais do mesmo”.

13h38 – Marina elogia o slogan usado na campanha que elegeu o presidente dos EUA, Barack Obama, “Yes, We Can”. Mas critica o do PSDB, “O Brasil pode mais”. Marina ressalva que o Brasil só “poderá mais” se houver inovação. “Acreditar mais, sonhar mais”.

13h34 – Marina Silva ressalta que Lula não é um gerente, e sim uma liderança política. O mesmo Marina fala sobre Fernando Henrique Cardoso. Quando fala isso, alfineta os pré-candidatos Dilma Rousseff e José Serra, notórios gestores.

13h31 – A senadora do PV elogia as políticas sociais aplicadas por Lula, e o Plano Real, do governo FHC. Mas pondera: “Não chegamos ao final da história. Estamos apenas no começo desta história”.

13h29 – Marina faz referência à ausência de Plínio de Arruda Sampaio, o pré-candidato à presidência da República do PSOL, no debate da CNI. Na Marcha dos Prefeitos, na semana passada, a senadora também citava o nome de Sampaio toda vez que ia se referir aos pré-candidatos Dilma Rousseff e José Serra.

13h27 – A candidata do PV defende a reforma tributária, um outro olhar para a previdência, e para a questão da reforma do Estado. “E falando na reforma do estado não é possível pensar nela isolada da reforma política. Todo mundo pensa que a reforma política é aprovada no Congresso, mas a reforma política também é feita nas eleições”. “Não é fácil fazer a reforma tributária. Equando as pessoas são eleitas, elas fazem a reforma da reforma”.

13h23 – Marina admite que fala muito. “Sou professora, sou latino-americana e sou política, isso são qualidades que me fazem falar muito pouco”, ironiza.

13h21 – Marina sugere que o Brasil use a oportunidade de sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 para investir na transformação da vida das cidades.

13h16 – Boa parte dos empresários deixou o auditório no breve espaço entre o final do debate com Serra e o início da sabatina com Marina. A senadora lembra aos presentes que o candidato a vice na chapa dela é justamente um empresário, o dono da Natura, Guilherme Leal.

13h15 – “Eu não vou convencer nem a Dilma nem o Serra de que eu sou melhor do que eles”, diz Marina.

13h13 – Marina Silva, pré-candidata à presidência do PV, pediu à organização do debate para falar sentada e não em pé, como os demais. “Bom dia a todos, e a todas, apesar de ver poucas mulheres aqui. O equilíbrio de gênero aqui está difícil”, iniciou o senadora.

José Serra

13h05 – José Serra pede desculpa pela informalidade, e conclui a participação no debate: “Eu ajudei a erguer a mesa da economia no Brasil. Nunca vou derrubar esta mesa”.

13h02 – Serra lembra que a emenda que criou o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) é de autoria dele, quando foi deputado constituinte, em 1988.

12h59 – “A indústria faz parte da minha biografia”, relata Serra, criado no bairro da Mooca, em São Paulo, antigamente um pólo industrial. “A indústria faz parte de mim. Eu acompanhei, me lembro do orgulho que eu tive, quando compramos uma geladeira brasileira, chamava Climax”.

12h58 – Fernando Rodrigues, mediador da sabatina, anunciou que, somados os portais de internet, o debate da CNI tem, neste momento, 90 mil acessos simultâneos.  “Contribui com isso com meu Twitter”, completou Serra.

12h56 – A agenda da CNI previa que o debate terminaria aas 13h20. Marina Silva será chamada ao palco logo mais. Antes, Serra ainda terá cinco minutos para fazer as considerações finais.

12h55 – Promessa de José Serra: “Eu prometo… eu não gosto de falar a palavra, então… eu anuncio que se eu vier a ser presidente, como eu espero, no dia 2 de janeiro tem um projeto eliminando o PIS/Cofins do saneamento”.

12h53 – Gargalhadas entre empresários para a história contada por Serrra, há pouco. “Quando eu estava no Ministério da Saúde, teve uma licitação para compra de camisinhas. A imprensa ia denunciar que uma outra, chinesa, era mais barata. Fui abrir uma e cheirava pena de galinha fervida, cheia de buracos. Porque o chinês deve gostar, naquele momento, do cheio de pena de galinha, mas nós não”. Serra contou essta história para defender a mudança da lei 8666, a Lei de Licitações. “Segundo esta lei, a camisinha chinesa teria ganhado”.

12h49 – Depois de criticar o loteamento político promovido pelo governo Lula nas agências reguladoras, Serra afirma que não nomeia ninguém por indicação política.  “Quando um parlamentar, um senador amigo meu, dizia: ‘tenho uma pessoa para indicar’ eu logo dizia: ‘não diga, se você disser ele não vai'”.

12h47 – Serra defende que cada obra do governo envolva, ainda na fase de projeto, o Ministério Público, o Tribunal de Contas, e o ministério do Meio Ambiente. Ex-governador de São Paulo e ex-prefeito da capital paulista, ele cita como exemplo o Rodoanel. “O Rodoanel custou R$ 5 bilhões. Dez por cento mais foi para o Meio Ambiente. É uma boa. Não é muito, e preserva o Meio Ambiente”.

12h41 – José Serra volta à polêmica sobre o Banco Central que, segundo ele havia dito e repetiu agora, “não é a Santa Sé”. Num eventual governo dele, não haverá disputa entre o ministro da Fazenda e o Banco Central.

12h38 – Hoje, o tom do discurso do pré-candidato do PSDB subiu um tom em relação à petista Dilma Rousseff. No debate passado, na Marcha dos Prefeitos, Serra havia elogiado aspectos do governo Lula. Agora, critica os discursos truncados da ex-ministra.

12h36 – Serra culpa o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) o fato de ele ter passado os 25 minutos que tinha para falar. “Ele disse: não vai seguir nenhum esqueminha. Então eu improvisei”. O tucano vai floreando o discurso com afagos e galanteios a aliados e jornalistas. Citou a repórter Christiane Samarco, do Estadão, ao longo do discurso. “Oi, Christiane. Desculpa citar seu nome, mas estava procurando um motivo”.

12h33 – Serra diz estar pronto para discutir “câmbio, juros e comercio exterior e qualificação”. “Não estou pedindo que me perguntem sobre isso, mas se perguntarei eu vou gostar”, disse o presidenciável tucano, arrancando risos e aplausos do empresariado.

12h30 – José Serra: “A Infraero está loteada. As agências que eu criei na Saúde hoje estão divididas entre os partidos. Tudo está loteado, nas empresas, nas agências. As agências que tem autonomia, estão loteadas entre partidos, sindicatos. Queríamos um Estado regulador, não interventor. E hoje estamos no pior dos mundos”.

12h28 – “Eu sou um patriota”, diz Serra.

12h27 – Mais uma vez, José Serra ataca Dilma Rousseff nominalmente. Ele diz não ter entendido o que a ex-ministra falou sobre tributação. O tucano critica projeto de Reforma Tributária apoiada pelo governo (está parado Congresso), que prevê isenção de ICMS nas importações. “Isso é do peru, como dizia na Moca no meu tempo”.

12h22 – Serra conta que o ditado que conduz sua vida pessoal e profissional é: “Cada dia a sua agonia”.

12h18 – Serra alfineta Dilma. Disse que não entendeu a explicação que ela deu sobre a política cambial e a política de juros do governo. “Temos vários títulos de campeão e vice:  somos o País que temos a maior taxa de juros do mundo  e a maior carga tributária do mundo entre todos os países emergentes”.

12h16 – Serra afirma que o Brasil está se desindustrializando. Ele contou que, outro dia, visitou Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, e se deparou com famílias que estão em vias de perder os empregos porque a região, que tem duas indústrias de colheitadeiras, está perdendo espaço para as importações chinesas. “Cheguei quase a ficar com os olhos marejados, tive que me conter”, disse Serra que previu que, neste ritmo, 20 mil empregos serão perdidos na região em 3 anos.

12h09 – O ex-governador tucano aproveita para reclamar do formato da sabatina, que não permite perguntas entre os candidatos. “Essas questões que estão sendo discutidas aqui não serão debatidas na televisão”, disse. Serra pede que os próximos debates permitam que os pré-candidatos discutam entre si. Band News, Marcha dos Prefeitos e, hoje, CNI, montaram modelos de sabatina nos quais os presidenciáveis respondem a entrevistadores, mas não têm acesso um ao outro.

12h07 – Serra começa a fala com um afago à CNI. Segundo ele, o documento entregue pela confederação aos presidenciáveis é um dos mais completos que ele já leu sobre o tema. O tucano apontou até uma diferença entre uma tabela no documento e outra apresentada na palestra de André Gerdau. “Não estou falando para corrigir,  é só para mostrar que eu li com atenção”. Arrancou risos da platéia. O primeiro momento de descontração do dia.

Dilma Rousseff

12h04 – José Serra foi chamado ao palco. Dilma Rousseff vai cumprimentando os empresários na saída. Ela concederá uma entrevista coletiva m instantes. O que a presidenciável petista disser lá poderá ser lido, depois, aqui no site do Estadão.com.br.

12h01 – Os três desafios do Brasil, segundo Dilma:

* Situar a economia do Brasil entre as mais altas no mundo
* Melhora da renda per capita do país (principal proposta da CNI)
* Distribuir renda de forma definitiva e permanente

11h56 – Rousseff defende política industrial ativa, capaz de “suprir o mercado interno e ter competitividade no mercado internacional”. “A política industrial do país significa o seguinte: tudo o que se pode ser produzido no Brasil deve ser produzido no País”.

11h54 – O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), critica a participação de Dilma na CNI pelo seu Twitter: “@dilmabr fez uma exposição como se fosse Ministra. Defendeu gov Lula não falou de plano Gov.Não assumiu à candidatura. A ficha não caiu!”. Os aliados correm em defesa. “Dilma falando agora na CNI, com a competência de sempre. Segura, firme, não foge de temas polêmicos e mostra que preparo e compromisso…”, publicou o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), também no Twitter.

11h46 – Quem chamou o PAC de lista de obras foi o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), que tem sido o porta-voz de oposição à candidatura da petista no lugar de José Serra.

11h43 – Dilma Roussseff é instada a falar sobre os baixos investimentos em infraestrutura (2% do PIB) e a insegurança jurídica que ainda inibe o investimento privado. A crítica do empresário Paulo Simão é direcionada às Agências Reguladoras, chefiadas por indicações políticas. A petista começa a responder citando o PAC. “O PAC não é uma lista de obras”, ela afirma.

11h40 – A petista prometeu desoneração dos tributos incidentes sobre folha de pagamento. Foi aplaudida pelo empresariado. As palmas, no entanto, são comedidas. Na última sabatina entre os presidenciáveis, na Marcha dos Prefeitos, a plateia aplaudiu, gritou, e ao final gritou “O Brasil para frente é Dilma presidente”.

11h34 – Dilma admite que a situação tributária no Brasil “é caótica” e chama a Reforma Tributária de “a reforma das reformas”. Uma vez eleita presidente da República Dilma defenderá, segundo ela, a desoneração e o estímulo ao investimento, à exportação, e ao emprego.

11h31 – A primeira pergunta para Dilma Rousseff é: como será a proposta de reforma tributária que ela pretende defender caso eleita presidente. “O brasileiro trabalha 148 dias para pagar impostos”, segundo o empresário Agnaldo Diniz, que dirigiu a questão a Dilma.

11h28 – Dilma conclui: “Nós podemos e vamos transitar de uma economia e nação emergente para uma economia e uma nação desenvolvida. Nós podemos, sim, erradicar a pobreza, todos os estudos indicam nesta direção”. O debate foi aberto para perguntas dos empresários.

11h27 – Dilma anuncia ser favorável à criação de um ministério da Micro e Pequena Empresa. No Brasil, existem, hoje, 37 ministérios.

11h21 – O discurso de Dilma alcança o carro-chave da sua gestão à frente da Casa Civil no governo Lula, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “A grande conquista do PAC foi, sobretudo, voltar a trazer financiamento de longo prazo que neste País não existia”.

11h19 – Na última sexta-feira, em entrevista ao Estadão.com.br, o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, disse sobre a reforma tributária:  “É difícil debater este tema, porque o candidato só pode se declarar a favor ou contra, porque o tema é resolvido no âmbito do Congresso, são os parlamentares quem aprovam ou não. O candidato que diz que vai fazer esta ou aquela reforma é bravata”.

11h17 – Mais uma promessa de campanha. “Assumo um compromisso com a reforma tributária”, disse Dilma Rousseff. No governo Lula, também se tentou votar a Reforma Tributária no Congresso. A última proposta que caminhou está empacada há mais de um ano na Câmara dos Deputados.

11h15 – Dilma pula rapidamente entre um assunto e outro. Ela fala, agora, que, antigamente, o Brasil precisava importar até aço para construir casco de navio. “A grande quantidade de estaleiros que espalhamos pelo Brasil nos últimos anos”.

11h13 – A pré-candidata do PT defende educação continuada para professores do ensino público. “Não podemos permitir que o professor de ensino básico não tenha formação universitária”. No debate entre os presidenciáveis na Marcha dos Prefeitos, na semana passada, Dilma disse que a prioridade num eventual governo dela serão as creches. Ela prometeu a construção de seis mil em quatro anos.

11h11 – Acompanhe o que os candidatos estão falando pelo Twitter de Política do Estadão.

11h09 – Dilma faz comparações entre o “antes” e o “agora”. Antes, segundo ela, a taxa real de juros estava entre 15% e 20%. Hoje, está em 5%, 6%. “Ainda é alta, sem dpuvida, mas demonstra trajetória de queda sustentada”. Dilma martela no termo “mobilidade social”. “Pela primeira vez, em 20 anos, o Brasil permite que as pessoas subam na vida”, afirma.

11h06 – Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família – programas bem-sucedidos do presidente Lula que Dilma elenca como “importantes no fortalecimento do mercado interno”. A distribuição de renda e a ampliação do crédito, segundo a ex-ministra da Casa Civil criaram um forte mercado interno e uma nova classe média.

11h04 – Dilma retoma discurso do presidente Lula de que o Brasil foi o último a entrar na crise econômica internacional e o primeiro a sair. A petista aponta três razões para esta afirmação: boa administração da política macroeconômica, equilíbrio fiscal e política de metas fiscais.

10h57 – Marina e Serra foram convidados a deixar o palco. Cada um tem um gabinete privado montado pela CNI. Dilma Rousseff é a primeira a discursar.

10h55 – Para discutir o código florestal, segundo Godoy, “temos que afastar atores que vivem do conflito e absolver os que querem de fato construir um futuro próximo”. Segundo o jornalista Fernando Rodrigues, o site da CNI contabiliza oito mil acessos simultâneos ao vídeo de transmissão ao vivo do debate.

10h52 – Os slides que cada um dos empresários apresentou estão disponíveis para download. Veja aqui:

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10h46 – O Brasil investe somente 2% do PIB em infraestrutura, o que representa um terço dos gastos da China e do Chile e metade do que investe a Índia. Os dados são da CNI, que aponta como solução para este problema a redução dos encargos nas tarifas de energia elétrica, reforma institucional do modelo de intervenção do Estado na área de transportes e independência das agências reguladoras.

10h41 – Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base, é o quinto e último empresário a falar. Godoy sintetizará as propostas da CNI nas áreas de Infraestrutura e Meio Ambiente. Marina e Dilma observam a apresentação. José Serra relê as anotações que fez até aqui.

10h36 – Antônio Palocci está na plateia. O deputado federal, ex-ministro da Fazenda, é um dos coordenadores de campanha de Dilma. Palocci também faz ponte entre a petista e o empresariado. “Somos um País que ainda importa produtos. Isto precisa ser corrigido”, defende Curado.

10h31 – CNI: “O Brasil ainda subaproveita as oportunidades do comércio no mundo. O País já é a 8ª maior economia do mundo, mas ocupa apenas o 20º lugar entre os principais exportadores. E cai para o 28º lugar no mundo quando se consideram apenas as manufaturas”.

10h28 – Lafer conclui: “Sabemos que o mercado é o melhor sistema, mas ele precisa sempre ser regulado, e o governo tem que fazer isto, desde que faça direito”. Frederico Fleury Curado, presidente da Embraer, subiu ao palco e tropeçou. Recomposto, começa a falar sobre Comércio Internacional e Inovação.

10h20 – Horácio Lafer Piva, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel, apresenta o tema “Estado e Economia”.

10h12 – Serra e Dilma também se dizem favoráveis. Mas Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Lula (PT) conseguiram ver aprovados pelo Congresso apenas algumas alterações sobre os temas, nunca uma ampla reforma. “Se fosse fácil, o sociólogo teria feito a reforma política, tributária e previdenciária. Se fosse fácil, o operário teria feito a reforma trabalhista. Isso não foi feito por nenhum deles. Por isso, temos que formar uma Constituinte e fazer as reformas que o Brasil precisa”, disse a senadora no primeiro encontro entre os presidenciáveis, na sabatina da Band News, no início do mês.

10h10 – Robson Andrade, da Federação das Indústrias de Minas Gerais e presidente eleito da CNI fala sobre a agenda das Reformas. Marina Silva, até aqui, é quem mais tem batido na tecla das reformas política, previdenciária e tributária.

10h04 – O Brasil e outros treze países foram comparados em nove itens de desempenho, explica André Gerdau. Os países foram: África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia, Espanha, Índia, México, Polônia e Rússia. Dos nove itens, o Brasil ficou com as últimas posições em seis, como carga tributária, nível educacional e ambiente macro e microeconômico. Gerdau: “Esta é a mensagem final para os presidenciáveis: o que nos precisamos é isonomia competitiva. Não precisamos só ser competitivos dentro do país onde a regra é a mesma para todos. Precisamos ser competitivos para o mundo”.

9h59 – Saiba quais são os 12 problemas e soluções apontados pela CNI aos presidenciáveis na área econômica.

9h54 – André Gerdau, diretor-presidente do Comitê Executivo do Grupo Gerdau, é o primeiro empresário a subir ao palco. O tema dele é “competitividade”.

9h49 – Ao final de cada debate, o presidenciável da vez descerá para um andar reservado a jornalistas, onde haverá uma breve entrevista coletiva. Dilma informou à organização da CNI que só responderá a seis perguntas. Os jornalistas se inscreveram numa lista e só poderão questionar a pré-candidata se sorteados.

9h40 – Deputado federal Armando Monteiro Neto (PE), presidente da CNI, é o primeiro a falar, após abertura anunciada pelo jornalista Fernando Rodrigues. José Serra veste terno azul marinho e gravata vermelha. Dilma desfila o cabelo novo, cortado por Celso Kamura há alguns dias. O corte foi inspirado na estilista Carolina Herrera. O terno da petista é bege. Marina Silva usa blusa preta. Os três fazem anotações enquanto  Monteiro Neto está com a palavra.

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Auditório da Confederação Nacional da Indústria. Foto: Carol Pires/AE

9h35 – O sorteio definiu que a ordem do debate será: Dilma Rousseff, José Serra, Marina Silva. O jornalista Fernando Rodrigues, colunista da Folha de S.Paulo é o mediador da sabatina. Ele está no palco anunciado algo que os jornalistas não podem ouvir o que é, porque o som do telão está  desligado.

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Jose Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) na CNI. Foto: Celso Junior/AE

9h27 – Dilma, Serra e Marina estão no prédio já. Eles não poderão dirigir perguntas um ao outro durante o debate. E só ficarão juntos no palco para ouvir curtas apresentações de cinco empresários. A mesa será desfeita ao final das palestras e haverá um sorteio para definir a ordem da sabatina entre os presidenciáveis.

9h03 – O auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em  Brasília, está quase cheio. A sabatina entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), e Marina Silva (PV) estava marcado para começar às 9h. A imprensa foi impedida de entrar, e assistirá a tudo através de um telão, posicionado num lobby no segundo subsolo do prédio.