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Saúde domina 1º debate do segundo turno em São Paulo

Bruno Siffredi

18 de outubro de 2012 | 19h22

O Estado de S.Paulo

No primeiro debate do segundo turno da campanha eleitoral pela Prefeitura de São Paulo, na TV Bandeirantes, temas ligados à saúde ocuparam lugar central na polêmica entre os candidatos Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB). O petista afirmou que o adversário apoia projeto de “privatização” de 25% dos leitos do SUS no Estado – o projeto do governo Geraldo Alckmin está barrado na Justiça. Já o tucano acusou o rival de ter a intenção de “eliminar” as organizações sociais (OS) que administram hospitais públicos e unidades de saúde da cidade.

Haddad negou ser contrário à gestão das OS. “Eu quero ampliar as parcerias com essas organizações”, afirmou. Ele disse ainda que apenas se referiu a uma determinação judicial que obriga essas entidades a fazer concursos públicos, “para evitar a contratação de amigos”.

Serra disse que o fim das OS está “implícito” no programa de governo do candidato petista. Afirmou ainda que o ex-deputado José Dirceu encabeçou uma representação no Supremo Tribunal Federal para acabar com as parcerias entre órgãos públicos de saúde e entidades privadas.

“Pelo amor de Deus, Serra, para de citar pessoas que não estão disputando a eleição, para com essa obsessão”, respondeu o petista, referindo-se à estratégia do adversário de relacioná-lo a Dirceu, condenado pelo Supremo por seu envolvimento no mensalão.

O candidato do PT, em diversos momentos, trouxe a administração do prefeito Gilberto Kassab (PSD) para a discussão. Acusou o prefeito de não ter entregue três hospitais públicos durante a campanha e atacou o PSDB por propor e aprovar uma lei estadual que “reserva para os planos de saúde 25% dos leitos públicos”. A aplicação da lei foi suspensa pela Justiça.

No início do programa, Serra relacionou diversos programas sociais que implantou ou idealizou – remédios genéricos, seguro desemprego, mutirões de saúde – e questionou Haddad se eles seriam voltados para os pobres ou para os ricos. “O PT, na televisão, fica dizendo que a gente trabalha para rico.” Haddad não deu uma resposta direta e preferiu atacar a atuação do tucano na área social. Afirmou que diversos programas que Serra exibe como trunfos foram implantados com ajuda do governo federal – citou como exemplo a expansão de escolas técnicas. Em resposta, o tucano afirmou que a participação federal é “ínfima”.

Haddad convocou Serra a firmar um “protocolo” para discutir apenas propostas, e evitar ataques. “Tenho ouvido nas ruas muitas queixas a respeito da truculência e da virulência da campanha. Devemos fazer um esforço para discutir propostas e deixar a truculência e as insinuações de lado.”

“Tudo o que eu quero é fazer uma campanha propositiva”, respondeu Serra. “Se tem um partido que é especialista em baixarias é o PT, que faz jogo baixo. É uma tática fenomenal, atacam e depois dizem que estão sendo atacados. É o estilo Zé Dirceu.”

Haddad disse que os tucanos apresentam o ritmo mais lento de construção de metrôs no mundo. “São menos de dois quilômetros de linhas por ano.”

Quando Haddad afirmou que acabará com a taxa de inspeção veicular, Serra atacou, dizendo que ele vai “estatizar” o serviço. “É uma enganação, porque mesmo quem usa ônibus vai ter que pagar a taxa.” Serra chamou Haddad de “corajoso” por trazer o tema da taxa ao debate, uma vez que ele teria sido o criador da taxa do lixo, quando atuou na administração de Marta Suplicy. “Você foi à Câmara defender a taxa do lixo, que nós eliminamos”, afirmou.

Haddad replicou dizendo que chefe dele na prefeitura era o economista João Sayad, que depois foi secretário no governo do próprio Serra. / Texto: BRUNO BOGHOSSIAN, FERNANDO GALLO, JULIA DUAILIBI, VERA ROSA, DANIEL BRAMATTI, ISADORA PERON e DÉBORA ÁLVARESBlog Ao Vivo: BRUNO SIFFREDI, JOÃO COSCELLI e LUIZA MONTEIRO.

Veja como a cobertura ao vivo:

00h23 – Haddad reforça o convite para que “ataques pessoas saiam de cena e tenhamos uma semana mais propositiva para a cidade de São Paulo”. Sobre o debate, afirma que o “tempo é sempre muito curto” e pede que eleitores busquem mais informações em seu site.

00h21 – Por sua vez, Fernando Haddad afirmou que “foi um bom debate, um debate de ideias”. O petista disse ter feito “um grande esforço de explicar o que pretendemos para São Paulo”. Ele destaca que representa “a mudança”, enquanto o rival seria a continuidade com a atual gestão.

00h20 – Serra diz terminar o debate “curioso por saber qual seriam as propostas do candidato adversário”. Ele afirma que o rival não falou suas propostas e destaca: “Área do ensino técnico é fundamental.”

00h19 – Serra diz esperar que o debate tenha sido “proveitoso para as pessoas que estão assistindo”. Ele afirma que “eleição é comparação” e diz ter feito um “esforço grande de apresentar propostas” no encontro.

00h18 – Após o debate, os candidatos são entrevistados pelos repórteres da Rede Bandeirantes.

00h15 – Termina o primeiro debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo.

00h14 – Haddad destaca os feitos de sua gestão no Ministério da Educação. Ele diz se orgulhar do reconhecimento internacional para os avanços na área da Educação nos últimos anos. “É em nome desse êxito que eu me apresento para governar São Paulo.” O petista afirma que “está acontecendo muita coisa no Brasil” e diz que na capital paulista não se vê o progresso visto no resto do País. “São Paulo merece esse desenvolvimento”, conclui.

00h11 – “Nunca perdi de vista que a minha meta é servir ao próximo”, diz. “Eu fico feliz quando posso proporcionar um pouco mais de felicidade a alguém.” O tucano diz que a política para ele “cobrou um preço alto: exílio, prisão durante a ditadura militar no Chile.” Serra lembra cargos que já ocupou. “Quero muito ser prefeito, montar uma equipe séria, com muito trabalho.” Ele destaca: “Nada de loteamento, nada de companheirada. Quero em quatro anos ser um prefeito do tamanho de São Paulo.”

00h08 – Começa o último bloco do debate. Serra faz suas considerações finais.

‘Haddad está lavando minha alma’, afima Marta

00h04 – Termina o quarto bloco do debate.

00h03 – Serra afirma que Sayad “nunca foi petista” e que o tem em boa consideração. O tucano destaca os erros no Enem (“você estragou o Enem”) e diz que, se a taxa da inspeção veicular for abolida, na verdade ela será cobrada de toda a população através de impostos, inclusive de quem não tem carro. “Você fala muito sobre debater, mas não faz isso. Não falou sobre seus projetos para educação profissionalizante, para a gestante, para o deficiente…”

00h01 – Haddad afirma que vai acabar com a taxa de inspeção veicular se for eleito prefeito. Ele diz que seu chefe na gestão de Marta Suplicy era João Sayad, que Serra indicou para o comando da Fundação Padre Anchieta.

00h00 – Serra afirma que o petista tem “muita coragem” de falar de taxas, devido à sua participação no governo de Marta Suplicy. O tucano diz que Haddad foi o “ideólogo da Martaxa”. Ele lembra medidas como a Nota Fiscal Paulista, que devolvem imposto ao contribuinte.

23h58 – Haddad faz uma pergunta sobre a taxa da Controlar. Ele diz que ninguém entende a medida. Destaca que a taxa é aplicada em carros novos e afirma que isso leva munícipes a registrar o carro em outras cidades. “Começamos a perder a arrecadação de IPVA porque os moradores preferem comprar seus carros nas cidades vizinhas.” O petista lembra também que o prefeito Kassab chegou a ter os bens bloqueados por supostas irregularidades neste contrato.

23h56 – Haddad diz, olhando para a câmera, que o eleitor que estuda gratuitamente no sistema S deve esse privilégio a uma reforma feita durante sua gestão.

23h54 – Serra diz que a proposta federal chamada Pronatec é uma imitação de uma proposta tucana feita durante a campanha pela presidência. Ele diz que o petista foi muito mal no setor durante sua gestão no Ministério. Serra afirma que fará mais escolas técnicas e profissionalizantes nos CEUs, dentre outras propostas.

23h53 – Haddad destaca os números de sua gestão no Ministério para a área. Ele afirma que fez a maior reforma da história do País na área. O petista afirma que garantiu vagas gratuitas no sistema S (Senac, Senai, etc.).

23h52 – Serra diz que fez uma expansão de 40 mil vagas no ensino técnico na capital, em apenas quatro anos. Ele pergunta qual o plano do petista para o ensino técnico e profissionalizante.

23h49 – Começa o quarto bloco do debate.

Dirceu é destaque no debate pela Prefeitura de SP

23h45 – Termina o terceiro bloco do debate.

23h44 – Haddad volta à primeira pergunta do debate e afirma que o tucano não tem eleitores na periferia. “É difícil achar um eleitor seu lá”, diz o petista. Ele diz que o candidato faz um retrato irreal da cidade.

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23h43 – Serra afirma que a resposta do petista é contestável. Ele diz que ouviu de pessoas ligadas às Apaes muitas críticas à gestão do PT na área. O tucano promete reforçar programas atuais e desenvolver mais políticas para essa área.

23h42 – Haddad volta à pergunta anterior e afirma que precisa falar de Kassab “porque ele é o atual prefeito”. O petista destaca que a população votou contra a gestão atual e diz que é preciso discutir as políticas públicas e não fazer críticas pessoais. Sobre a pergunta, ele diz ter orgulho de ter sido o ministro da Educação que mais incluiu crianças com deficiências.

23h40 – Serra faz uma pergunta sobre acessibilidade e programas para portadores de deficiência. Ele cita os programas da sua gestão e pergunta o que o petista quer fazer sobre o tema.

23h39 – Serra afirma que o PT “tem alguma diferença” com o metrô. Ele diz que o partido rival tem algum problema com esse meio de transporte, “porque é o mais difícil de construir com saliva”. Ele destaca as obras de metrô realizadas durante a sua gestão. Serra também afirma que Haddad é “fixado no Kassab”.

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23h37 – Haddad afirma que não é contra o monotrilho. Ele destaca que São Paulo não está mais expandindo o metrô sob a atual gestão. O petista destaca que vai manter o programa Mãe Paulistana.

23h36 – Na resposta, Serra volta à pergunta anterior. Ele diz que vai aperfeiçoar o programa Mãe Paulistana e afirma que o petista não tem propostas para o tema. O tucano diz também que um programa do PSDB reduziu o número de casos de gravidez na adolescência através da prevenção. Sobre a pergunta para transportes, Serra defende a construção de monotrilhos, criticados por Haddad.

23h34 – Haddad faz uma pergunta sobre transporte. Ele afirma que Serra acusou o ônibus de “congestionar o trânsito” e, mais tarde, prometeu retomar o projeto de construção de corredores de ônibus em São Paulo. Ele pergunta porque o tucano não entregou 66km de corredores de ônibus que teria prometido.

23h32 – Haddad diz que o tucano acusa o Tribunal de Contas por problemas da gestão e afirma que os hospitais já poderiam estar prontos. Ele diz que Erundina entregou seis hospitais e Marta licitou dois. O petista afirma que Serra não dá o devido crédito às gestões petistas.

23h31 – Serra diz que Marta Suplicy não se reelegeu porque “arrasou o Mãe Paulistana”. Ele diz que, durante a gestão do PT, houve uma crise na área da Saúde. “Nessa matéria, vocês tem muito pouco a apresentar”, diz o tucano.

23h29 – Na resposta, Haddad volta ao tema anterior e afirma que sistema de saúde da cidade “entraria em colapso” se fosse adotado o projeto referente aos 25% dos leitos do SUS. Ele diz que o tucano, além de não construir os hospitais que prometeu, quer retirar mais leitos. Haddad promete manter o programa Mãe Paulistana.

23h28 – Serra agora pergunta para o petista. Ele diz que o programa Mãe Paulistana “é um primor” e destaca as características do programa.

23h27 – “Vamos ser sinceros. Se alguém esconde Zé Dirceu, não sou eu.”, diz o tucano. Serra afirma que o petista que acabar com as parcerias com entes privados de Saúde. Ele diz o governo tucano fez várias parcerias com hospitais privados para dar atendimento aos pacientes do SUS e que o PT quer acabar com elas. O tucano ainda chama Dirceu de “guru” de Haddad.

23h25 – O petista pede que o tucano reconsidere a sua rejeição ao convite de manter uma campanha limpa e pede que Serra pare de citar pessoas que não estão disputando a eleição, como José Dirceu.

23h23 – Haddad diz que a Justiça proibiu São Paulo de repassar 25% dos leitos do SUS aos grupos privados. Ele pergunta se o candidato do PSDB considera essa medida boa para a cidade de São Paulo.

23h20 – Começa o terceiro bloco do debate.

Serra e Haddad partem para críticas mútuas no debate

23h14 – Termina o segundo bloco do debate.

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23h15 – O tucano diz que uma das maiores mentiras ditas na campanha é que as gestões Serra, Kassab e Alckmin tenham deixado de trazer recursos federais para São Paulo. Ele volta a afirmar que, no ritmo federal, seriam necessários 100 anos para fazer 150 mil creches.

23h14 – Haddad afirma que Serra fez pouco pelas populações mais pobres de São Paulo e “o pouco que fez foi com dinheiro federal”. Ele diz que o rival não consegue citar parcerias que gostaria de fazer com o governo federal. “Eu não ponho os interesses partidários acima dos interesses públicos.”

23h12 – Serra afirma que Haddad falta com a verdade. Ele diz que o PT é “ruim” ao executar os projetos e “só sabe falar”. O tucano afirma que a gestão petista na capital “abandonou as favelas” e destaca como seria necessário urbanizá-las.

23h11 – Haddad faz uma pergunta para Serra sobre a decisão de “dispensar o Minha Casa, Minha Vida” em São Paulo por considerar que “não se adaptava” à cidade. Ele questiona qual o plano de Serra para a área em vista da baixa aprovação da gestão atual.

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23h09 – Haddad diz que Serra está mal informado e afirma que o secretário de Educação de São Paulo foi o único do Brasil a não cumprir nenhuma das metas de qualidade federais. Ele diz que o prefeito Kassab prometeu pro presidente da República que cederia um prédio para uma universidade federal em São Paulo e não cumpriu.

23h08 – “Quando eu era ministro da Saúde, quando queria fazer algo importante, ia lá e fazia”, diz Serra. Ele afirma que o candidato do PT se escora em desculpas para não reconhecer os defeitos da gestão no Ministério.

23h06 – Na sua resposta, Haddad volta afirmar que a gestão tucana não colaborou com os projetos federais e emperrou a realização dos projetos na capital. “É por isso que as coisas não vão bem. Porque vocês voltam as costas para o que está acontecendo no Brasil.”

23h04 – Serra agora faz uma pergunta sobre as creches. Eles diz que a gestão do PT fez, quando muito, umas 15 mil vagas para creches. Nos últimos 8 anos, foram feitas cerca de 150 mil, “dez vezes mais”, diz o tucano. Ele destaca foi o dobro do período, mas diz que ainda assim seriam cinco vezes mais. Serra que diz que, no ritmo do governo federal, seriam necessários “100 anos”.

23h03 – Serra afirma que o Ministério da Educação, “com todo o dinheiro que tem, não fez uma única vaga em escola técnica na capital paulista”. Ele diz que aprecia a pergunta de Haddad porque o PT é “especialista em campanha de baixo nível”. “Eles atacam, quando você se defende eles dizem que você está atacando. Esse é o estilo Zé Dirceu.”

23h01 – Agora é Haddad quem acusa o rival de não responder à pergunta. Ele diz que a cidade vive uma crise e afirma que a gestão atual é desaprovada pela maioria da população. Sobre a afirmação de Serra a respeito da contribuição federal, ele diz que se refere “aos números”.

23h00 – Na resposta, Serra volta à pergunta anterior e afirma que ele trabalhou em parceria com Alckmin. Ele diz que a contribuição do governo federal foi “mínima, perto de zero”.

22h58 – Haddad agora faz a pergunta. Ele diz que a cidade pede mudanças e pergunta se os candidatos não devem à população uma campanha de alto nível na reta final da eleição.

22h57 – Haddad afirma que Serra atribui a si obras que foram feitas pela gestão de Geraldo Alckmin no Estado. Ele diz que o tucano tem o hábito de esconder aliados, e cita a campanha de 2010 e a ausência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O petista acusa o tucano de ter um projeto para vender 25% dos leitos do SUS.

22h56 – Serra diz que Haddad não respondeu à pergunta. Ele diz que quando foi prefeito, encontrou o município “no chão” após a gestão da petista Marta Suplicy. Ele cita outros projetos e volta a perguntar se são projetos que beneficiam os pobres ou os ricos.

22h55 – Na resposta, Haddad afirma que Serra prometeu hospitais na periferia e não cumpriu. Ele afirma também que a gestão do tucano demorou para adotar as cotas raciais, dentre outros projetos do governo federal.

22h53 – O primeiro a perguntar é Serra. Ele lembra feitos de suas administrações e mandatos, como o Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT), os remédios genéricos, escolas técnicas, dentre outros. Em seguida pergunta: são feitos para os pobres ou para os ricos?

22h50 – Começa o segundo bloco do debate. Agora, candidatos perguntam entre si.

Kassab diz não temer ataques de Haddad à sua administração

22h47 – Termina o primeiro bloco do debate.

22h45 – Na sua resposta, José Serra afirma que vai usar a própria experiência como governador e prefeito para melhorar a segurança. Ele defende que seja melhorado “o sistema de coordenação da cidade”. O candidato também afirma que deve ser aumentado o contato entre as polícias através do uso de tecnologia.

22h43 – “O prefeito tem muito a contribuir. Talvez não tanto com a repressão ou a inteligência, mas com a promoção da segurança na cidade”, afirma o candidato do PT. Ele propõe transformar a guarda municipal em uma guarda comunitária, com agentes que cuidem dos bairros e conheçam a população.

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22h41 – O mediador pergunta “o que fazer sobre a segurança pública em São Paulo”. O primeiro a responder é o petista Fernando Haddad.

22h39 – Começa o primeiro debate do segundo turno da eleição municipal em São Paulo. O mediador Boris Casoy apresenta os candidatos e as regras do encontro.

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22h33 – O candidato do PSDB, José Serra, também já está na emissora, mas não falou com a imprensa quando chegou ao local onde será realizado o debate.

Haddad se diz pronto para debater ‘qualquer assunto’

22h32 – Haddad afirmou também que este debate será importante para comparar as duas candidaturas. “Vamos ter a chance de detalhar as propostas. Temos um projeto de continuísmo e outro de mudança”, argumentou.

22h30 – “Me preparei para discutir propostas (para a cidade), mas estou preparado para discutir qualquer assunto”, garantiu o candidato petista. Haddad chegou ao local acompanhado de sua esposa, Ana Estela, seu filho, Frederico, o marqueteiro João Santana e o coordenador de sua campanha, o vereador Antônio Donato.

22h29 – O candidato do PT, Fernando Haddad, chegou por volta das 22h10 à sede da Rede Bandeirantes e disse que está “pronto para discutir qualquer assunto”.

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22h26 – “Em segundo lugar, (o tom da campanha revela) o quanto ele (Serra) não tem propostas para a cidade”, disse o ministro Alexandre Padilha. “Ele não apresenta nada novo e São Paulo não quer mais o mesmo.”

22h23 – O ministro da Saúde Alexandre Padilha já está na sede da Rede Bandeirantes para assistir o debate. Ao Estado, ele criticou o tom da campanha do tucano José Serra na capital paulista. “(O tom da campanha) revela duas coisas. Em primeiro lugar um certo desespero. Talvez pelo resultado dele nas pesquisas, talvez pelo alto grau de rejeição.”

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