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Câmara estreia loja de souvenirs para turistas

Armando Fávaro

25 de março de 2010 | 13h59

Por Denise Madueño

Desde terça-feira, 23, funciona na Câmara dos Deputados um balcão, e várias prateleiras, de um negócio bem às claras. Souvenirs com espaço na bagagem de qualquer viajante, camisetas com estampas do parlamento, canecas, objetos de decoração e de escritório com a marca da Câmara estão à venda em uma lojinha aberta para suprir a demanda de turistas que visitam a Casa e que buscam levar uma recordação ou um presente do local.

Gravuras, mapas, desenhos da fauna e da flora do cerrado foram extraídos de livros raros do acervo da Câmara e reproduzidos nas peças à venda. Linhas temáticas também foram desenvolvidas para os objetos.

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A publicitária Mônica Rebelo viu uma oportunidade de negócio com a loja, de olho nos cerca de 170 mil turistas que visitam a Câmara por ano. Número que pode ser maior ainda neste ano com a comemoração dos 50 anos de Brasília. A publicitária saiu vitoriosa no pregão eletrônico realizado pela Câmara, na qual apenas ela participou. Não houve mais interessados, segundo os organizadores.

Para explorar as vendas, Mônica Rebelo terá de pagar um aluguel de R$ 600 por mês à Câmara e ficará com o dinheiro total das vendas. O preço dos produtos varia de R$ 1, no caso de cartão postal, até R$ 150 por uma pasta de couro. A publicitária não vê como empecilho para as vendas a baixa popularidade dos políticos. “A loja transcende os políticos que estão no poder. O povo não abre mão da democracia e a Câmara é uma instituição consolidada. Representa mais do que a política do momento”, disse.

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