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Cães farejadores ajudam na busca por drogas nas dependências do Senado

Bruno Siffredi

19 de agosto de 2010 | 08h54

Rosa Costa, de Brasília

Três cães farejadores e doze homens foram utilizados na quarta-feira, 18, na batida realizada pela Polícia do Senado para localizar pontos de estocagem de drogas nas dependências da Casa. Eles estiveram na gráfica, em locais próximos ao serviço médico, ao Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e no estacionamento externo, sem nada encontrar. Comandada pelo diretor da Polícia Legislativa, Pedro Araujo Carvalho, a operação foi montada para investigar denúncias anônimas sobre a existência de um esquema de compra e venda de drogas que utilizaria armários, gavetas e até mesmo locais do estacionamento como esconderijo. Os cães foram emprestados pela Polícia Rodoviária Federal.

Os servidores se assustaram com a chegada repentina, pela manhã, de policiais fardados e dos cães treinados para localizar maconha, cocaína e seus derivados. Carvalho informou que a batida se repetirá cada vez em que houver indícios de veracidade nessas denúncias.

Ele acredita que, mesmo sem identificar nenhum tipo de depósito suspeito, o resultado da operação foi positivo, porque mostra a disposição de não compactuar com nenhum tipo de irregularidade. “O lado psicológico foi muito bom, porque, se alguém tiver intenção de fazer algo errado, ficará preocupado, ciente de que estamos atentos”, afirmou.

A polícia rodoviária também cedeu seus adestradores. Os homens do Senado chegaram a ser confundidos com a tropa especial da Polícia Federal, porque vestiam calça e camisa na cor negra, semelhante à da PF. A comunicação social do Senado informou que as autoridades da Casa souberam previamente e autorizaram a operação.

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