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Brasil é ‘enigma diplomático’, afirma analista político

Bruno Siffredi

07 de junho de 2010 | 12h29

A recente tentativa do Brasil e da Turquia de oferecer uma solução para o impasse envolvendo Irã, EUA e Europa “marca um momento de definição nos assuntos internacionais”, afirma o analista político Marco Vicenzino em artigo publicano nesta segunda-feira, 7, no jornal Folha de S.Paulo.

“Não é a primeira vez em que potências regionais afirmam posição contra estados principais. Mas representa a tentativa mais ousada nesse sentido feita até hoje, especialmente pelo fato de dizer respeito a uma questão crítica, com implicações globais”, indica  Vicenzino. Ele ressalta que o êxito do impasse irá “determinar o rumo da proliferação nuclear e moldar a nova ordem mundial”.

Diretor da organização Global Strategy Project, Vicenzino destaca as ações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no campo da política externa e diz que “será difícil alguém que possa reproduzir o que ele faz no palco internacional”.

“Embora sua atuação global tenha criado altas expectativas para seu sucessor e para o papel crescente do Brasil nos assuntos internacionais, o país continua a ser um enigma diplomático para os responsáveis pelas diretrizes políticas em todo o mundo”, acrescenta.

Leia aqui a íntegra do artigo (material fechado para assinantes).

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