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Aldo Rebelo: “O eleitor escreve certo por linhas tortas”

Dennys Antonialli

28 de outubro de 2012 | 18h29

Em entrevista à TV Estadão, o ministro dos esportes Aldo Rebelo, avaliou que a provável eleição de Fernando Haddad em São Paulo não é uma surpresa. Para ele, as participações do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff na campanha tiveram influência importante na vitória do petista, mas o fator decisivo foi “o esgotamento de um certo círculo em São Paulo, que é natural na política”.

Para o ministro, no entanto, a provável eleição do candidato do PSDB Jonas Donizette em Campinas, no interior do estado, comprova que fenômeno ocorrido na capital não é uma receita. Rebelo avalia que o petista Márcio Pochmann era, “de certa forma, Fernando Haddad de Campinas”, e que a eleição do candidato do PSDB contraria uma suposta tendência de desejo de renovação do eleitorado. “O eleitor escreve certo por linhas tortas, e escapa dos prognósticos universais que a ciência política tenta estabelecer”, afirmou.

Copa

Rebelo afirmou que  o trabalho do Ministério dos Esportes com as prefeituras e governos estaduais tem ocorrido em clima de “grande afinidade” e cooperação, independentemente dos partidos que os ocupam. De acordo com ele, o compromisso do Ministério se divide entre o cronograma da Fifa e a necessidade de promover melhorias nos municípios antes do início da Copa do Mundo de 2014. Segundo Rebelo, o ministério realiza um acompanhamento diário da evolução das obras, que permite que se estabeleçam projeções das suas datas de conclusão,  e que, com base nisso, providências sejam tomadas nos casos em que são constatados atrasos.

 

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