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Alckmin mantém chefe da Casa Civil e exonera investigados o caso do cartel

Lilian Venturini

03 de abril de 2014 | 18h34

Ricardo Chapola

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta quinta-feira, 3, a permanência de Edson Aparecido (PSDB) na chefia da Casa Civil.  Alckmin bateu o martelo depois que Edson Aparecido teve seu nome excluído das investigações da Procuradoria-Geral da República, Rodrigo Janot, sobre o caso do cartel no setor metroferroviário em São Paulo.

O chefe da Casa Civil é o principal articulador político do governador e também deve coordenar a campanha de Alckmin à reeleição.  “O Edson permanece e o Julio Semeghini (secretário de Planejamento) também. Eles não serão candidatos então não há razão (para saírem)”, disse o governador durante inauguração da nova sede da Secretaria de Agricultura, no centro da capital paulista.

Alckmin também confirmou a saída de seis secretários que disputarão a eleição: Bruno Covas (PSDB), José Aníbal (PSDB), Silvio Torres (PSDB), Davi Zaia (PPS), Rodrigo Garcia (DEM) e Edson Giriboni (PV). Diferente de Aparecido, Aníbal e Garcia estão entre os nomes citados na recomendação feita pela procuradoria-geral da República para que o Supremo Tribunal Federal aprofunde as investigações sobre o envolvimento deles no caso do cartel.

As exonerações serão publicadas nesta sexta-feira no Diário Oficial e os novos secretários só serão anunciados por Alckmin na semana que vem. “Só vamos nomear os secretários em definitivo na semana que vem. Os responsáveis assumem durante essa semana”, disse.

 

 

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