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Alckmin defende concessões de rodovias de SP e diz que federais são ‘estradas da morte’

Armando Fávaro

29 Julho 2010 | 12h16

André Mascarenhas

O candidato do PSDB em São Paulo, Geraldo Alckmin, procurou mostrar que o valor cobrado nos pedágios do Estado é o preço que se paga para manter a qualidade do serviço. Questionado se planeja baixar os preços cobrados, ele prometeu rever aspectos pontuais, como a localização de algumas praças, mas afirmou ser necessário respeitar os contratos.

“Se com a nova pista da Imigrantes já tem congestionamento, imagina se não tivessemos feito”, argumentou, em sabatina Uol/Folha de S.Paulo. Segundo o tucano, a nova pista só pôde ser feita devido à parceria com a iniciativa privada. “Não houve investimento de dinheiro público”, afirmou.

Alckmin justifica os preços dos pedágios do Estado à necessidade de se construir outras obras, como o Rodoanel, e a reforma de estradas vicinais, “que não têm pedágios”.

Ele também criticou o modelo de concessão adotado pelo governo federal. “O governo federal também fez concessões, mas a Regis Bittencourt continua a rodovia da morte”, atacou. “São modelos diferentes.”

Sobre eventuais mudanças, ele prometeu rever situações pontuais. “A gente tem que ter humildade para ver que as coisas podem ser melhoradas”, diz, alegando que irá rever a localização de algumas praças de pedágio no Estado.

Ao ser pressionado sobre se irá baixar o valor cobrado, Alckmin afirmou ter outra prioridade. “Meu compromisso é reduzir a carga tributária”, disse, usando o exemplo do ICMS do álcool combustível no Estado, cuja taxa ele afirma ter reduzido de 25% para 12%.

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