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Aécio acusa governo de ‘oportunismo’ e diz que País não precisa de uma ‘Futebras’

Candidato do PSDB rebate ministro do esporte Aldo Rebelo, que defendeu na quinta maior participação do poder público no futebol

Lilian Venturini

11 de julho de 2014 | 17h03

RIO – Embora esteja no Rio de Janeiro sem agenda pública nesta sexta-feira, 11, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, divulgou nesta tarde uma nota em que responde ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, que defendeu na quinta-feira, 10, maior participação do poder público na gestão do futebol.

“O País não precisa da criação de uma ‘Futebras'”, disse Aécio, em referência aos nomes de grande parte das estatais brasileiras. O tucano acusou o governo de “oportunismo” na discussão sobre o futuro do futebol brasileiro. Depois da derrota do Brasil para a Alemanha pelo placar de 7 a 1, a presidente Dilma Rousseff defendeu “renovação” do futebol e criação de barreiras para evitar a “exportação” de jogadores.

Logo em seguida, outros integrantes do governo também passaram a pedir mudanças na administração dos clubes. “O futebol brasileiro precisa, é claro, de uma profunda reformulação. Mas não é hora de oportunismo. Principalmente daqueles que estão no governo há 12 anos e nada fizeram para melhorá-lo. E nada pode ser pior do que a intervenção estatal. O país não precisa da criação de uma “Futebras”.

Precisa de profissionalismo, gestão, de uma Lei de Responsabilidade do Esporte. Com foco nos atletas, nos clubes e nos torcedores”, disse Aécio na nota divulgada nas redes sociais. O deputado tucano Otávio Leite (RJ) é relator da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, que propõe o parcelamento das dívidas dos clubes em troca de modernização da gestão e punições para falta de transparência nas contas e atrasos nos pagamentos.

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