As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Segurança domina debate entre candidatos ao governo de São Paulo

Jennifer Gonzales

20 de setembro de 2010 | 22h41

Rodrigo Alvares e Jair Stangler

mercadante_alckmin_leonardo_soares_ae_20092010_480.jpg

Alckmin e Mercadante discutem com assessores durante intervalo. Foto: Leonardo Soares/AE

Segurança foi o tema dominante do debate entre os candidatos ao governo de São Paulo promovido pela Rede Record nesta segunda-feira, 20. Estiveram presentes Geraldo Alckmin (PSDB), Aloizio Mercadante (PT), Celso Russomanno (PP), Paulo Skaf (PSB), Fábio Feldmann (PV) e Paulo Bufalo (PSOL).

Nos raros momentos de confronto do debate, Mercadante acusou o governo do PSDB em São Paulo de ter permitido o crescimento do PCC nos presídios. “Ele falou que os presos trabalham. Trabalham no PCC, que é quem comanda a segurança em SP. Foi na sua gestão que houve as rebeliões”, acusou o petista.

Já Alckmin defendeu a gestão tucana na segurança. Afirmou que seu governo aumentou o número de vagas em presídios e citou a redução no número de homicídios durante os governos do PSDB. Segundo ele, “se o Brasil reduziu um pouco a criminalidade, deve a São Paulo”

Outro tema que mereceu a atenção dos candidatos foi a educação em São Paulo. Mercadante e Russomanno criticaram a “progressão continuada”, dizendo se tratar na verdade de “aprovação automática.” Alckmin rebateu afirmando que muitas prefeituras do PT usam a progressão automática. Bufalo criticou o arrocho salarial dos professores no Estado, o tucano respondeu que São Paulo é o único Estado a investir 30% em Educação.

Veja como foi:

1h08 – Termina o debate.

1h06 – Russomanno é o último a falar: “Eu quero conversar com você. Saber de você, se o que você quer é o que está aí. Camelô sendo perseguido por estar trabalhando. Andando em trem, ônibus, sendo esmagado. Se você pode confiar na segurança pública. Se está bom para você, é ele, o Alckmin, o seu candidato, não eu.”

1h04 – Paulo Skaf, em suas últimas considerações, diz que “a minha chance vai depender do seu voto. Vamos por São Paulo como referência para os outros Estados e em outros países. Eu preciso de uma oportunidade, isso depende de você.”

1h03 – Mercadante: “Eu esperava que hoje o Alckmin fizesse uma pergunta para mim e não fez. Nós temos progressão continuada como um conceito muito generoso. Esse estado é grande demais, pode muito mais na educação. Ser governador é ter esse compromisso com o filho de todos. Esse Estado pode muito mais, e nós vamos mostrar isso com a Dilma, fazendo a mudança responsável que podemos fazer”.

1h01 – Fábio Feldmann diz ter a impressão que “nos debates, os faróis estão voltados para trás, como se o muro de Berlim não tivesse caído, como se não tivéssemos as mídias digitais. Precisamos virar os faróis para frente, colocar a agenda do século 21.”

1h00 – Na sua consideração final, Alckmin diz que o Estado de SP não tem aprovação automática, mas progressão continuada, “que começou com o PT aqui em SP. Quero falar do futuro, ao Serra, nosso candidato a presidente. São Paulo cresce mais que o resto do Brasil. Vamos seguir avançando”.

0h58 – Começa o último bloco. Paulo Bufalo faz suas considerações finais. “É importante lembrar como os partidos agem antes e depois das eleições. Veja quem financia suas campanhas. Veja como seus deputados votam. O PSOL defende seus direitos sem vacilo e sem recuar de suas posições. Fazemos a crítica contra o PSDB e contra o PT.”

0h50 – “Bufalo, você tá muito enganado com quem tem sucesso na vida. Você não tá feliz no que diz quando critica o sucesso dos outros”, responde Skaf. “Pretendo usar toda minha experiência de empresário para transformar o Estado de São Paulo”.

0h49 – Bufalo diz que Skaf não lhe respondeu e diz que o que ele defende não é ‘socialismo do século 21’, mas ‘capitalismo’. Segundo Bufalo, Skaf ficou ao lado de Lula em medidas contra os trabalhadores.

0h47 – “O bem estratégico que você diz é a privatização da Petrobrás, e eu sou contra isso. As pessoas querem escolas onde as crianças aprendam, menos pedágios”, responde Skaf. “São Paulo precisa de mais velocidade em tudo. O que eu espero, como governador, é fazer com que a escola pública seja melhor do que a privada”.

0h46 – Paulo Bufalo lê estatuto do PSB onde fala que um dos objetivos do partido é ‘socializar os meios de produção’ e volta a perguntar a Skaf se não há contradição nisso.

0h45 – “O metrô de SP começou com o da Cidade do México e hoje nós temos um terço do que eles têm. Nós temos de criar a cultura do transporte coletivo”, diz Feldmann.

0h44 – Alckmin responde afirmando que continuará investimentos no Metrô e na CPTM e cita redução do ICMS do etanol.

0h43 – Feldmann: “Nós propomos uma política de transporte sustentável. Essa legislação está parada na Assembleia. Estamos assistindo a um aumento vertiginoso da frota de automóveis. Eu defendo o bom transporte público, como a bicicleta, que enfrenta uma barreira cultural no Brasil”.

0h41 – Alckmin pergunta a Feldmann sobre transporte e mobilidade. “Hoje um dos grandes problemas de São Paulo é a emissão do monóxido de carbono. Inclusive o rodízio foi estabelecidos no inverno, no governo Covas, quando o Feldmann era secretário. Qual a sua proposta para o transporte?”

0h40 – “Fábio, você implantou o rodízio em São Paulo. Você acha que é assim que devemos cuidar do meio ambiente? As pessoas não suportam mais pagar essa indústria de multas e ninguém faz nada contra isso”, diz Russomanno.

0h39 – Feldmann diz que São Paulo deve liderar as transformações e volta a criticar o diesel consumido em São Paulo. “São Paulo deve dar o exemplo.”

0h38 – Russomanno: “Quando fiz o texto do código latino-americano de defesa do consumidor, eu fiz constar a obrigação do consumo sustentável. Os produtos não poderiam agredir o meio ambiente. Temos de preservar as nossas represas, as marginais dos rios. Em São Paulo, não foi feito isso. Daqui a 10 anos, não teremos mais água em SP. Infelizmente, o governo que está aí não pensa no meio ambiente”.

0h37 – Feldmann diz que no Brasil as montadoras fazem motores eficientes mas exportam e pergunta a Russomanno. “Você defende uma legislação que torne a produção de bens tão séria quanto nos EUA?”

0h36 – Búfalo: “O estranho é que ele só quer falar do que serve, do que o governo Lula fez. O que não serve, como o veto do FHC, que foi mantido pelo Lula, aí é “não fui eu que comandei”. Não é possível esticar um cobertor nos recursos para a educação”

0h34 – “Nunca fui líder do governo no Congresso, nunca tratei de veto. Ajudei a triplicar o repasse de verbas para São Paulo. Ajudei a fazer o ProUni.” Petista diz que precisa valorizar o professor. 

0h32 – Búfalo: “Precisamos aqui falar do financiamento da educação. Salário digno, jornada adequada, menos alunos por turma, é isso que vai possibilitar termos educação de qualidade em São Paulo”, responde Búfalo

0h32 – Mercadante pergunta para Paulo Bufalo suas propostas para a educação.

0h29 – Na réplica, Skaf diz defender o ensino integral desde o ensino fundamental. “Sem progressão continuada, não tem dúvida.” O candidato diz que vai aumentar o investimento na Etec para que os alunos do ensino médio possam fazer meio período em ensino regular e meio período na Etec.

0h27 – Mercadante: “Eu acho que os filhos são as coisas mais importantes das nossas vidas. Não é verdade o que o Alckmin disse que ele faria o ensino do rico ficar igual ao do pobre. A maioria da população não tem essa alternativa. Em muitas escolas hoje falta professor”.

0h27 – Skaf diz que como presidnete do Senai tem preocupação com a formação das pessoas e pergunta se Mercadante tem proposta para o ensino médio integral.

0h25 – Russomanno volta à reportagem da Folha citada por ele antes e diz que o problema da saúde só será resolvida com prevenção. E diz que foram poucas Ames que foram construídas. Convida o adversário para ir ao Hospital do Mandaqui “para ver a situação de horror”. “Eu fiz, lá no Mandaqui, o Mandacri. O hospital de lá hoje tá sendo inteiramente reformado para tratar de traumas e ortopedia”, responde Alckmin.

0h23 – Alckmin: “Quero dizer a você que tá nos ouvindo que nós estamos avançando e muito. São Paulo tem a menor mortalidade infantil do País. O Serra criou os AMEs. São 15 milhões de exames para a população. Hoje, a secretaria de saúde de Goiás ligou para perguntar se poderíamos receber duas crianças para cirurgias cardíacas. O Instituto do Câncer é uma referência para o País”.

0h22 – Russomanno pergunta para Alckmin porque insistir em um programa de Saúde que não funciona.

0h21 – Começa o terceiro bloco. Candidatos perguntam para candidatos.

0h12 – Bufalo chama Skaf de ‘camarada’ e diz que ‘nós não devemos ter vergonha de assumir nossas posições. O senhor é um empresário, lidera uma entidade empresarial, não é contraditório?” Skaf diz que o socialismo do século 21 busca dar oportunidade às pessoas e que é por isso que acredita na educação. “Nada é mais socialista que uma empresa moderna”, diz o candidato do PSB.

0h10 – Jornalista pergunta a Skaf: “O senhor é presidente licenciado da Fiesp. Pode-se dizer que o senhor é apenas um candidato rico ou um candidato dos ricos?” Skaf: “Eu entrei na política para fazer o bem a toda a sociedade. Quando eu fui candidato na Fiesp, não prometi dezenas de novas escolas, mas eu fiz. Essa é a diferença do fazer e do falar”, responde Skaf. “Eu entrei para poder contribuir mais do que eu já tinha, e pretendo fazer mais para a sociedade. Todos aqui já tiveram sua oportunidade”.

0h07 – Alckmin, na réplica, diz que sua escola é a de Franco Montoro e Mário Covas. “Mário Covas dizia que é possível conciliar ética e política.” Tucano diz ser candidato “para servir ao povo de São Paulo. Se uma profissão mais simples precisa de ética, imagina se você quer ser governante.” Russomanno diz que seu patrimônio cresceu a mesma coisa que o patrimônio Alckmin nos últimos quatro anos, 20%. Candidato do PP diz que transfere dinheiro que ganha como deputado para atender as pessoas.

0h05 – Jornalista pergunta para Russomanno: “O senhor é o herdeiro de Paulo Maluf?” Russomanno: “Não posso ser herdeiro de uma liderança que é minha, de uma votação que é minha. Ninguém circularia em SP se não fossem as obras do Paulo. As questões dele na Justiça devem ser avaliadas pelo Judiciário, cada um no seu papel. Eu não posso sair julgando as pessoas. Eu vou tratar de governar São Paulo. Quem tem uma vida de 20 anos em defesa do consumidor é o Celso Russomanno”

0h02 – Feldmann comenta: “Não concordo com o Paulo Bufalo. Os candidatos falam muito do tratamento, mas não vejo ninguém colocar política de prevenção. O diesel em SP diminui expectativa de vida da população. O que é prevenção? Alimentos saudáveis, ar limpo, saneamento básico.” Bufalo, na tréplica, diz que não se surpreende com a discordância do PV. Diz que a gestão da saúde precisa voltar para o Estado. “O que nós temos visto no Estado de São Paulo é o fechamento de hospitais de especialidade. A preocupação com a qualidade fica em segundo plano.”

0h01 – Jornalista pergunta para Búfalo: O senhor acredita que sua proposta para a Saúde seja viável?” Búfalo responde: “O que nós temos visto é que a saúde pública tem se transformado em saúde privada”, responde o candidato. “É o seu direito à vida sendo transformado numa moeda de troca. PT e PSDB vêm transferindo recursos públicos para esse tipo de gestão. Há um abandono total na saúde preventiva. O programa DST/Aids tem sido abandonado nesse Estado.”

23h58 – Skaf arranca risos: “Só uma correção, Mercadante. Quem mais cresceu fui eu, que cresci de 1% para 4%. Tenho convicção de ter chance de ir para o segundo turno.” Skaf diz que Requião tentou quebrar contrato. Mercadante diz achar muito positivo o crescimento de Skaf e que tem certeza que os dois estarão no segundo turno. “O que não pode é continuar do jeito que está. Ninguém aguenta mais essa política de segurança, arrocho salarial, sem falar a questão da educação.”

23h57 – Mercadante: “Nós vamos ter um debate no segundo turno. Temos pouco espaço na imprensa para mostrar nossas propostas. O eleitor está votando em dois projetos que polarizam o País. A campanha do meu adversário me ataca todos os dias. Nós colocamos R$ 9 bi no metrô e na CPTM. Eles é que são lentos.”

23h56 – Jornalista pergunta a Mercadante: “Mesmo com a entrada do presidente Lula na sua campanha, o senhor cresceu muito pouco. Por que o eleitor vai votar em Dilma para presidente e em Alckmin para governador?”

23h53 – Na réplica, Russomanno diz considerar democrático e importante que tenha um número maior de candidatos. Russomanno aproveita para ainda responder Skaf e dizer que respeita contrato, mas que o contrato dos pedágios prevê sua rescisão. Feldmann diz que insiste em apresentar as vantagens da agenda do PV. “O importante de um debate eleitoral é colocar uma agenda original.”

23h51 – “Por que o paulista não vota no senhor?” Feldmann: “Nós temos um partido com pouco espaço na TV, que está se fortalecendo. Temos um candidato aqui do PT, com apoio do governo federal. Temos um candidato do PSDB que tem apoio do governo estadual. Não tenho nenhum problema em relação a esse 1%”. Temos uma campanha casada com a Marina. Não tenho nenhum problema de assumir as dificuldades.”

23h50 – Na tréplica, Alckmin diz que aumentou número de vagas em presídios e acabou com as Febem onde sempre havia rebeliões.

23h48 – Mercadante responde que “é evidente que a cada dia que passa ele tá mais irritado com o nosso crescimento. Ele dificultou as parcerias do governo federal com SP. Ele falou que os presos trabalham. Trabalham no PCC, que é quem comanda a segurança em SP. Foi na sua gestão que houve as rebeliões.”

23h45 – Começa o segundo bloco. Jornalistas fazem as perguntas. Alckmin é perguntado porque faz tanto ataque contra Mercadante. “Minha campanha não faz nenhum ataque. Fala a verdade.” Segundo ele, sua campanha é que sofre ataques e que os adversários promovem desinformação contra ele. Alckmin responde a Mercadante e diz que 40% dos presos condenados de SP já trabalham. Diz também que fizeram presídio de segurança máxima. “Se o Brasil reduziu um pouco a criminalidade, deve a São Paulo”

23h37 – Na tréplica, Skaf diz que “um governador de Estado não pode pregar quebra de contrato. Precisamos dar bons exemplos. Contratos firmados devem ser respeitados. Minha proposta é haver uma compensação no IPVA”.

23h36 – Na réplica, Russomanno diz que precisa tirar caminhão de dentro de São Paulo, e que isso não está acontecendo por causa do pedágio no Rodoanel. Segundo ele, os caminhoneiros preferem almoçar a pagar o pedágio. “Eu vou romper o contrato e pagar a multa”, afirmou.

23h35 – Skaf: “Eu respeito contratos. Todos os pedágios que existem passam de 2020. Por isso, quero desonerar os gastos através do IPVA. No caso do Rodoanel, eu vou dar um jeito no pedágio, porque foi prometido em 2002 que não teria.”

  23h34 – Celso Russomanno é o último a perguntar no primeiro bloco. Questiona Skaf sobre os “pedágios abusivos”. “O Rodoanel deveria ter custado R$ 344 milhões, custou R$ 1,5 bilhão. Se você for governador, vai acabar com o pedágio no Rodoanel?”

23h35 – Bufalo, na tréplica: “Naturalmente, nós somos contrários à CPMF desde a sua criação. Alguns aqui defendem ela. Não é possível ter uma reforma fiscal sem discutir essa injustiça tributária. Hoje, a dívida pública brasileira consome 36% do PIB brasileiro”

23h32 – Skaf, na réplica, afirma ser contrário a “qualquer tipo de imposto novo” e diz ser necessário fazer uma reforma tributária para acabar com a guerra fiscal e diz ter sido vitorioso ao liderar movimento para acabar com a CPMF. Diz ainda que irá reduzir impostos da cesta básica.

23h30 – Búfalo: “Quero dizer que o PSOL não entra no processo de guerra fiscal. Para nós, é a qualificação profissional que vai dar ao Estado a condição de atrair investimentos. A carga tributária é absolutamente injusta. Nesse momento, são justamente os banqueiros que mais ganham dinheiro neste País. A Constituição dá ao Estado a condição de fazer o imposto progressivo”.

23h29 – Paulo Skaf pergunta a Bufalo como o candidato socialista vê a questão dos impostos e da guerra fiscal e que encaminhamento dará à questão.

23h28 – Russomanno, na tréplica: “Minha proposta para o policial é de equiparar o salário do policial de Brasília. Isso nós vamos fazer por SP. Vamos ter um delegado de polícia em cada cidade. Não temos em momento algum integração entre as polícias. Nós vamos mudar esse quadro e fazer com a polícia seja eficiente”.

23h27 – Na sua réplica, Mercadante diz concordar com Russomanno e diz que é preciso recuperar a dignidade da polícia de SP e melhorar o salário. Lembra episódio de confronto da PM e da Polícia Civil em SP. Diz que também quer recuperar a dignididade dos presos e que os presos trabalhem, principalmente aqueles que cometeram pequenos delitos.

23h25 – Russomanno: “O que aconteceu em SP é um absurdo. Na época em que o candidato Alckmin era governador, o número de homicídios aumentou em 12 mil. Precisamos que os presídios tenham segurança, bloquear os celulares. Precisamos pagar bem e cuidar de quem está preso. Dar trabalho para eles, o projeto Casa tem de estar dentro do presídio.”

23h24 – Mercadante diz que no governo Alckmin aconteceu a maior revolução no presídios e o maior ataque de facção criminosa contra a polícia. Diz ainda que nada foi feito em segurança desde então e pergunta a Russomanno sua proposta para a segurança.

23h23 – Mercadante: “Precisamos de mais sensibilidade social em SP. Temos de dar incentivos fiscais para melhorar o desenvolvimento do interior. Temos todas as condições de liberar esse ciclo que o presidente Lula começou”

23h22 – Feldmann cita caso de carne brasileira embargada no exterior. “Se é proibida para os americanos e europeus, porque nós a consumimos aqui? Queremos carne sem vermífogos, alimento saudável para São Paulo.”

23h20 – Mercadante diz a Feldmann que “o Brasil é hoje o segundo País que mais exporta para o mundo. O Brasil hoje cresce a um ritmo superior a 7%. Temos todas as condições de gerar alimento e renda. Só que aqui em SP falta investimento”. Mercadante defende a recuperação das estradas vicinais. “O Alckmin prometeu que o Rodoanel não teria pedágio e ele está aí”.

23h19 – Feldmann pergunta para Mercadante quais seriam as políticas do petista em relação à segurança alimentar.

23h18 – Feldmann: “Eu acho que é importante para implantarmos a economia sustentável para São Paulo. Nós achamos que essa discussão é muito importante e deve ser feita através de um plebiscito. Precisamos de medidas corajosas para enfrentar o futuro”

23h17 – Alckmin diz estar plenamente de acordo sobre o desenvolvimento sustentável e diz que o Estado tem a lei mais avançada sobre mudanças climáticas. Diz que vai investir em educação e infraestrutura, além de reduzir imposto. “A vocação de São Paulo é agregar valor. ”

23h15 – Feldmann: “Nós achamos que desenvimento para São Paulo deve ser o sustentável, com preocupação para as futuras gerações. Estamos propondo que o desenvolvimento sustentável de SP se dê através da redução da emissão de carbono. Nós temos que estimular as empresas a serem sustentáveis”.

23h14 – Alckmin diz que o País cresce mais que o Brasil desde 2004 e pergunta para Feldmann sua proposta para o desenvolvimento do Estado.

23h13 – Na tréplica, Alckmin diz que “São PAulo tem avançado, é o único estado que investe 30% em educação. Eu lamento que o candidato Búfalo seja tão crítico com os nossos professores. O nosso trabalho agora vai ser valorizar cada vez mais os professores”

23h12 – Bufalo, na réplica: “Esse é o verdadeiro conto da carochinha. Dizem que valorizaram os professores, mas houve arrocho salarial. Posso falar, sou professor. O vale-alimentação para todos os funcionários é de R$ 4, um verdadeiro vale-coxinha. É essa educação que vocês querem para seus filhos?”

23h10 – Alckmin responde que “São Paulo tem uma escola inclusiva. O ensino médio, pelo Ideb, temos a terceira melhor rede do País. Temos avançado ano a ano. Temos hoje dois professores no processo de aprendizagem. Temos a maior rede de ensino tecnológico do País”. O tucano promete investir R$ 1 bi em creches. “Não tive nenhuma greve e dei aumentos acima da inflação”.

23h09 – Paulo Bufalo diz que houve redução no ensino médio e pergunta para Alckmin se é esse o futuro que o PSDB reserva para os jovens em São Paulo.

23h07 – Celso Russomanno é o último a se apresentar. Relembra o início de sua carreira política, que segundo ele se deu após a morte de sua ex-mulher, que teria sido vítima de negligência médica.

23h06 – Paulo Skaf (PSB) começa apresentando seu currículo como presidente da Fiesp e do Sesi.

23h05 – Aloizio Mercadante (PT) abre citando o governo Lula. “Essa experiência do governo Lula, o que ela tem de melhor, é o que eu quero trazer para São Paulo. Trazer o melhor do governo Lula para a gente mudar mais rápido.”

23h04 – Fábio Feldmann (PV) diz representar uma força verde que está surgindo e que espera poder mostrar que “a agenda do século 21 é mais importante que a agenda do século 20”

23h03 – O tucano Geraldo Alckmin começa dizendo que “São Paulo é um país, é uma economia do tamanho da Argentina, é a locomotiva do Brasil.” Diz que fará um governo ainda melhor por São Paulo.

23h01 – Começa o debate. Paulo Bufalo (PSOL) é o primeiro a falar. Diz que vai discutir as ‘PPPs’ do PSDB em São Paulo: “privatizações, pedágios e presídios”.

22h49 – Candidatos já estão no estúdio.

22h10 – O candidato ao Senado pelo PSDB, Aloysio Nunes Ferreira, antes do debate, disse que os adversário tem pouco assunto. “Pedágio e aprovação continuada. Eles vão fazer o que sempre fazem, só sabem atacar. Nós é que estamos unidos por São Paulo.”

publicidade

publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.