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À espera de Lula, palestrantes se alternam em São Bernardo

Jennifer Gonzales

10 de abril de 2010 | 12h44

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou com duas horas de atraso a evento em São Bernardo com a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.

O próprio evento começou com hora e meia de atraso.  Durante os primeiros quarenta minutos, os palestrantes se alternaram no palco. O primeiro  a falar foi o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, que elogiou Dilma por abraçar a causa da democratização dos meios de comunicação.

A seguir, falou o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, que defendeu políticas de qualificação profissional em todo o País e aproveitou para cutucar o governo tucano em São Paulo: “Em São Paulo, está chegando a hora. O Estado de SP não resolveu a segurança pública, a educação. Está na hora de mudar.”

Na sequencia, o diretor do Dieese, Clemente Ganz, fez uma explanação sobre a situação do mercado de trabalho no País. “Nos anos 90, de cada 10 empregos criados, três tinham carteira assinada. Hoje, de cada 10, sete têm carteira assinada”, relatou. “O crescimento do trabalho com carteira 12 milhões entre 2002 e 2009, o maior resultado que já registramos na série produzida pelo Ministério do Trabalho”. Segundo ele, apesar do crescimento, taxa de desemprego continua alta. “Saímos de uma taxa de 21%, mas ainda está em 14%”, afirmou.

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