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A campanha na blogosfera

Camila Tuchlinski

16 Julho 2010 | 17h49

Rodrigo Alvares

Pitagóricas XXIII – Leandro Demori/ Braziu.org

“- ‘Procurador eleitoral põe em dúvida aplicação do ficha limpa em SP’. ‘Se os TREs seguirem a linha sustentada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a lei será eficaz. Mas, se forem excessivamente liberais na interpretação da lei, temo que o Ficha Limpa não vingue’, afirmou, em entrevista à Agência Estado.’ Lei que não vinga = conselho de bêbado.

‘Lula envia ao Congresso projeto de palmada em crianças.’ Abre o olho, Rosinha Garotinho!

‘Lula usa evento do trem-bala para fazer campanha em favor de Dilma.’ Não pode? Desculpaê.”

Bem lembrado – Augusto Nunes

“‘O que o presidente fez foi registrar que, no resultado de um trabalho de seu governo, a ministra teve participação. Ele, inclusive, não citou apenas ela, mas outras pessoas que também participaram’.

Luís Inácio Adams, advogado-geral da União, sobre o elogio de Lula a Dilma Rousseff no lançamento do edital do trem-fantasma, revelando que a intenção do presidente não era pedir votos só para a candidata que inventou, mas para todos os companheiros.”

Deputado Gerson Peres e seu atestado de anacronismo – políticAética

“O deputado federal Gerson Peres (PP-PA) deve ter nascido no período cretáceo. Colocou um projeto de lei na Câmara, a PL 7131/2010 que obrigará, se aprovada, todos os donos de blogs a registrarem CPF e RG para poderem atuar. E sujeitos a multa de R$ 10 mil caso desobedeçam, ou permitam injúrias, calúnias e difamações em seus textos ou comentários de terceiros. Algo assim. Vale a pena discorrer sobre o assunto, na medida que a lógica talvez nos faça entender a motivação do deputado.”

Dilma Rousseff, o livro – Guilherme Fiúza

“A indústria da bondade chegou ao fundo do poço. Não há surpresa alguma na publicação pelo governo Lula de 3 mil livros e 215 mil cartilhas, supostamente feministas, pedindo que se vote na mulher (Dilma). A novidade é a fraude ser bancada pela ONU.

O governo, o PT e a campanha de Dilma estão no seu papel de sempre (muito papel, no caso): fantasiar-se com alguma boa causa para descolar algum dinheiro e poder. A Organização das Nações Unidas, como se sabe, também vive metida no salvacionismo de butique. Mas costumava dissimular melhor suas prateleiras politicamente corretas.

Agora finalmente rasgou a fantasia: investindo num kit propagandístico pró-Dilma Rousseff, com a famosa grife do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), a ONU diz ao mundo que lugar de mulher é em panfleto eleitoreiro.”

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