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A campanha na blogosfera

Camila Tuchlinski

15 Julho 2010 | 18h25

Rodrigo Alvares

Propaganda de Marina na TV vai usar história em quadrinhos (Mariana Sanchez/Época)

“A campanha de Marina Silva vai testar em pesquisas qualitativas, na semana que vem, pilotos dos programas de TV da candidata. A ideia é mesclar as velhas e consagradas fórmulas de programas eleitorais com inovações, a cargo, sobretudo, do cineasta Fernando Meirelles. Nada que se assemelhe aos amadores vídeos de Sirkis e Gabeira, quando foram candidatos à presidência pelo PV.

Nem tudo que Meirelles sugeriu emplacou junto ao marqueteiro da campanha, Paulo de Tarso, mas uma das ideias deve vingar: algumas propagandas deverão ser feitas em formato de história em quadrinhos. A voz de Marina narrará situações que se desenrolarão na tela em desenho animado. Uma tentativa de, em escassos 90 segundos, captar a atenção do eleitor, soterrado por rostos de candidatos, jingles grudentos.”

Ministério Público pede áudio de eventos em que Lula pratica abuso de poder (Reinaldo Azevedo)

“O Ministério Público pediu o áudio dos dois eventos em que Lula, praticando abuso de poder – ao menos é o que diz a lei -, usou dois eventos oficiais para fazer propaganda de sua candidata. Nem precisa esperar a resposta.”

Amanhã, no Rio, com Lula e Dilma (Tijolaço)

“Estamos à toda aqui convocando o pessoal para a caminhada com Dilma e Lula amanhã, da Candelária à Cinelândia, a meteorologia diz que até o tempo vai colaborar, com uma trégua na chuva que desde ontem cai no Rio.

Foi dali da Candelária que, em 1984, o Brasil passou a exigir nas ruas o direito de voltar escolher o seu presidente pelo voto direto. abolido desde do Golpe de 64. Ao ver imagens e fotos do comício das Diretas, com meu avô e mais um punhado de brasileiros ilustres no palanque armado em frente à Candelária, me convenço de que certas lutas nunca terminam.”

Por que Lula escolheu o Rio (Denise Rothemburg/Correio Braziliense)

“O presidente Lula escolheu o Rio de Janeiro para abrir sua participação na campanha de Dilma Rousseff por vários motivos. Além de ser um grande colégio eleitoral, lá não há problemas com os palanques aliados. Sérgio Cabral, do PMDB, é candidato à reeleição com o apoio do presidente e do PT. O único aliado que está fora desse palanque é o senador Marcelo Crivela (PRB), candidato à reeleição, ligado à igreja Universal do Reino de Deus.”

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