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A campanha na blogosfera

Camila Tuchlinski

30 de agosto de 2010 | 16h59

Rodrigo Alvares

“Olha o passarinho! (Denise Rothemburg)

Numa campanha, quando tudo começa a dar certo, os candidatos sorriem como quem viu passarinho verde. No último sábado, a candidata do PT, Dilma Rousseff, estava assim. O ritual, muito parecido com o da Presidência da República, merece ser descrito em detalhes, coisa que os jornais não dão espaço nas reportagens em que prevalecem o declaratório. Por isso, peço licença a vocês para relatar como percebi a Dilma de hoje e aquela que dava coletivas no tempo da Casa Civil.

Ela chega ao comitê na casa da QL 24 num comboio de cinco carros pretos, todos modelo sedan, vidros escuros. Dois passam pelo imenso portão branco. Mal os fotógrafos se ajeitam em busca de um ângulo para clicar a candidata saindo do carro, a porta começa a se fechar. Os três carros que vinham atrás ficam do lado de fora. A assessora Helena Chagas, por exemplo, tem que descer do carro e andar rapidinho para ter tempo de passar espremida num pedacinho que ainda faltava para que o sistema eletrônico de fechamento se completasse.

Campanha de Serra batendo cabeça (PolíticaaÉtica)

Cúpula do PSDB quer que a campanha de Serra recupere “o eleitor classe média das grandes capitais” que migra sistematicamente seu voto para Dilma. Era um voto que poderia ir para Marina, mas como esta campanha patinou, embarcam cada vez mais na campanha bem feita pelo marketeiro da ex-ministra da Casa Civil que tem em Lula o cabo eleitoral dos sonhos de qualquer candidato.”

Novilíngua lulista (Augusto Nunes)

“Somos de uma geração que precisa correr atrás do tempo perdido para que as futuras gerações não precisem chamar de favela. Que tudo seja bairro, vamos cortar o nome favela”.

Lula, insinuando que o pequeno dicionário da novilíngua lulista já procura uma palavra para aposentar a velha “favela”.”

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