2012 será melhor que 2011 no Brasil, afirma Dilma
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2012 será melhor que 2011 no Brasil, afirma Dilma

Jennifer Gonzales

06 de dezembro de 2011 | 22h31

Jair Stangler, do estadão.com.br

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira, 6, considerar que o ano de 2012 será melhor que o atual no Brasil. Segundo ela, 2011 foi um ano difícil, porém bom para o País. “Podemos dizer que tivemos um ano muito bem sucedido em relação ao mundo. Com o trabalho dos brasileiros soubemos superar as ameaças que atingem o mundo. Conseguimos nos antecipar a algumas dificuldades porque percebemos que haveria uma situação muito grave na Europa e tomamos medidas de proteção à indústria e a economia. Estamos terminando o ano com a visão de que 2012 será melhor que 2011. Começamos em 2011 uma era de grande prosperidade para esse País e os brasileiros”, afirmou.

Dilma comemorou os números positivos da economia nacional, citando a redução dos juros, a geração de empregos e a redução da inflação. Prometeu superar a extrema pobreza e melhorar os serviços até 2014. Para ela, “chegamos até aqui graças às nossas qualidades, às nossas características e até aos nossos defeitos. Nós somos batalhadores”.

Em contrapartida, criticou a fórmula dos países desenvolvidos para combater a crise. “Menor crescimento gera mais crise que gera menor crescimento. Crescer e distribuir renda é o caminho que nós escolhemos desde o governo do presidente Lula”, afirmou.

Para a presidente, Estados Unidos e União Europeia passam por uma crise de confiança. “Vemos taxas de desemprego assustadoras pelos países da Europa e Estados Unidos. Sabemos que no mundo globalizado nenhum país está imune aos efeitos da crise. Mas o brasil conquistou as condições para transformar esse momento em oportunidade. Não que quanto pior o mundo melhor para nós. O Brasil se preparou e chegou em 2011 com condições de reagir, contando sobretudo com suas forças. Até outubro foram gerados 2,2 milhões de novos empregos. Temos hoje uma das taxas mais baixas de desemprego, de 5,8%”, disse. Ela citou ainda a previsão de crescimento do PIB de 3,2% este ano e o volume de investimentos externos, de R$ 56 bilhões até outubro.

A presidente recebeu o prêmio “Brasileira do Ano” da revista IstoÉ em cerimônia realizada em São Paulo. Ela estava acompanhada dos ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento), premiado como Empreendedor do Ano pela mesma revista, Fernando Haddad (Educação), Aldo Rebelo (Esporte), Guido Mantega (Fazenda), Alexandre Padilha, Garibaldi Alves (Previdência Social) e Helena Chagas (Comunicação Social). Também estiveram presentes os governadores Sérgio Cabral (Rio de Janeiro) e Jacques Wagner (Bahia), além do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que foi premiado como Brasileiro do Ano na Política por criar o PSD.

Em seu discurso, Kassab agradeceu a todos os que acreditaram em um “sonho acalentado ao longo do ano”. O prefeito agradeceu especialmente ao vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, que, segundo ele, esteve a seu lado desde a primeira hora, e ainda, à presidente Dilma Rousseff, que compreendeu a importância da criação do novo partido. “Um partido independente, que ajudaria o governo nas causas comuns, e são muitas, declarou”, declarou.

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