11/11/11: As 11 frases polêmicas de Lula
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11/11/11: As 11 frases polêmicas de Lula

Redação

11 de novembro de 2011 | 16h29

estadão.com.br


1. “É uma crise causada, fomentada, por comportamentos irracionais de gente branca, de olhos azuis, que antes da crise parecia que sabia tudo e que, agora, demonstra não saber nada” – Em 2009, ao premier britânico, Gordon Brown.

2. “Lá, a crise é um tsunami. Aqui, se chegar, vai ser uma marolinha, que não dá nem para esquiar” – Em 4 de outubro de 2008, ao comentar os efeitos da crise financeira no país.

3. “Sou que nem massa de bolo. Quanto mais batem, mais cresço” – Em maio de 2006, respondendo as críticas que recebe.

4. “Sexo é uma coisa que quase todo mundo gosta e é uma necessidade orgânica” – Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, no Rio, em marco de 2007.

5. “Na época em que o Copom se reúne tem pessoas que entram em TPC, tensão pré-Copom” – Em setembro de 2004, sobre os juros.

6. “Quero saber se o povo está na merda, e eu quero tirar o povo da merda em que se encontra” – Em maio de 2009, ao garantir no Maranhão que suas obras de saneamento serão maiores que as dos governos anteriores.

7. “Ontem venderam o dia inteiro que esse homem tinha sido agredido, e o que vocês assistiram foi uma mentira mais grave que a do goleiro Rojas” – Em outubro de 2010, ao falar sobre o episódio em que José Serra (PSDB) foi atingido por uma bolinha de papel em evento de campanha no Rio.

8. “Nunca fiz concessão política. Faço acordo… Se Jesus viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria que chamar Judas para fazer coalizão – Em 2009, ao ser questionado sobre suas relações com aliados como José Sarney, Fernando Collor e Renan Calheiros.

9. “Você (como médico) diria ao paciente: ‘Meu sifu’?” – Em discurso para artistas em dezembro de 2008, no Rio, alegando que sempre tem que ser otimista.

10. “Uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida. Tem que ser submissa porque gosta dele” – Em janeiro de 2010.

11. “Não interessa se foi A, B ou C, todo o episódio foi como uma facada nas minhas costas” – Em janeiro de 2006, sobre o episódio do escândalo do mensalão.

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