“Brasil não vive situação de extrema corrupção, mas de extrema transparência”, diz ministro Jorge Hage

Daniel Bramatti

17 de abril de 2012 | 13h53

 

O ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União, não escapou de perguntas sobre a empreiteira Delta e a CPI do Cachoeira na entrevista coletiva conjunta com a subsecretária de Estado dos EUA, Maria Otero, e o chefe do gabinete ministerial do Reino Unido, Francis Maude.

Questionado por uma repórter, Hage disse que o Brasil não vive uma situação de “extrema corrupção”, mas de “extrema transparência”. “É a descoberta da corrupção que sempre existiu.”

O ministro afirmou ainda que o prazo ideal para a implantação da Lei de Acesso à Informação seria de, no mínimo, dois anos, e não seis meses. “O Reino Unido teve cinco anos até que a lei entrasse em vigência”, observou. Segundo Hage, a presidente Dilma Rousseff deve assinar em breve o decreto que regulamenta alguns detalhes da implantação da lei.

(Daniel Bramatti)

 

 

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