Mario Blejer, cotado para assumir o BC argentino, foi vítima de escândalo sexual no FMI

Estadão

07 de janeiro de 2010 | 12h13

Mario Blejer, economista convidado pela presidente Cristina Kirchner para ocupar o BC argentino, no lugar de Martin Redrado, foi “traído” por Dominique Strauss-Kahn, o francês que é diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Em outubro de 2008, veio à tona o escândalo: a mulher de Blejer, a húngara Piroska Nagy, estava tendo um caso com DSK.

Blejer interceptou vários e-mails “explícitos” trocados por Piroska e Strauss-Kahn, que é casado com Anne Sinclair, jornalista na TV francesa. Piroska saiu do FMI depois que o caso veio à tona. E Blejer afirmou que já estava se separando de Piroska quando ela teve o caso com Strauss-Kahn.

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