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Wassef e Zanin pegos no pulo

Advogados de Lula e Bolsonaro são acusados pelo MPF do Rio de fazertem parte de um grupo de 25 profissionais que receberam mais de R$ 150 milhões da Fecomércio, juntamente com ministros de tribunais e a prole destes

José Nêumanne

10 de setembro de 2020 | 20h56

MPF do Rio atribui aos advogados de Lula, Cristiano Zanin e seu sogro e sócio, Roberto Teixeira, o recebimento de R$ 68 milhões da Fecomércio. Foto: TRF-4/Reprodução

Operação E$quema S da Lava Jato pediu e juiz Marcelo Bretas autorizou mandados de busca e apreensão em bancas advocatícias acusadas por PF e MPF de terem recebiso ao menos R$ 151 milhões da Fecomércio em troca de favores em tribunais. Entre 25 alvos estão Frederick Wassef, da famiglia Bolsonaro, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, de Lula, filhos do presidente do STJ, Humberto Martins, de Aroldo Cedraz, do TCU, e do ex-presidente do mesmo STJ César Asfor Rocha, todos eles envolvidos em desvios de recursos do sistema S (Sesi, Senai, Sesc e Senac), que usa dinheiro arrecadado das empresas para prestar assistência a trabalhadores. “São uns meninos e estão todos milionários… E não são só filhos, são mulheres dos ministros”, disse a ex-corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon à Crusoé. Esta é uma amostra do que poderia ter sido a Lava Toga, que Flávio Bolsonaro boicotou. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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