Voto impresso interessa às milícias

Donald afinou feio nos EUA, mas seu pato brasileiro, Jair, volta a ameaçar eleição de 2022, caso a perca, insistindo na possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas se o eleitor não imprimir sua decisão

José Nêumanne

09 de janeiro de 2021 | 21h35

Bolsonaro insiste na ameaça de contestar eventual derrota na tentativa de reeleição denunciando fraude na votação eletrônica sem apresentar provas de que já houve em 2018. Foto: Reprodução/Twitter

1 – Apesar de seu patrão, Trump, ter afinado feio, Bolsonaro insiste na chantagem em favor do voto impresso para “evitar fraude” na eleição de 2022. Pensando bem, voto impresso interessa às milícias e ao tráfico de drogas, pois permitiria asseclas provarem aos chefões sua fidelidade. 2 – Ministro da Saúde, passivo Pazuello, anunciou compra de 100 milhões de doses de vacinas Coronavac, segundo seu chefe produto da parceria da China comunista com seu inimigo Doria. E aí? 3 – Butantã e Fiocruz pedem autorização para uso emergencial de suas vacinas, Coronavac e Oxford-Astrozeneca, e Anvisa promete dar resposta em dez dias sem explicar por que prazo tão elástico. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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