Voto de cabresto da esquerda

Voto de cabresto da esquerda

Gravação de Whatsapps de Rui Costa, governador eleito da Bahia, mandando prefeitos do interior providenciarem transporte para eleitor evitar abstenção alta no segundo turno repete velhos tempos de ACM

José Nêumanne

22 de outubro de 2018 | 18h58

Jaquinho Wagner e Rui Costa, atuais reis da Bahia, como nos tempos antigos de Toninho Malvadeza, Foto: João Ramos/Ascom

Whatsapp gravado e repassado do governador da Bahia reeleito no primeiro turno, Rui Costa, acertando com prefeitos do interior do Estado o transporte de eleitores, algo muito comum na política tradicional brasileira do tempo dos coronéis, entre os quais o antecessor na capitania hereditária de Tomé de Souza, o célebre Antônio Carlos Magalhães, vulgo Toninho Malvadeza ou Toninho Ternura, a depender do interlocutor, e hoje pertence ao petista Jaquinho Wagner. Seja ou não crime eleitoral, como alega ACM Neto, prefeito de Salvador, herdeiro político do avô  e presidente do DEM, adversário do PT, o telefonema revela como funciona o voto de cabresto da esquerda: assistência ao eleitor. Este é um dos comentários que fiz no Estadão às 5, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook do estúdio da TV Estadão no jornal na segunda-feira 22 de outubro de 2018, às 17 horas.

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