Verdade fica longe do voto de Gilmar
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Verdade fica longe do voto de Gilmar

No voto contra jurisprudência da prisão pós 2.ª instância, ministro do STF atacou inimigos pessoais, citou provas roubadas e deixou claro a armação com colegas, acusação que usa contra Moro e Lava Jato

José Nêumanne

08 de novembro de 2019 | 17h38

Em seu voto, Gilmar disse que nunca foi petista, e esta foi uma das poucas verdades nele, como mostra este  seu encontro com Lula presidente. Foto: Celso Júnior/Estadão

A Operação Appius da PF fez busca e apreensão nos escritórios do ex-presidente do STJ César Asfor Rocha, delatado pelo petista Antonio Palocci, que o acusou de ter recebido R$ 5 milhões da Camargo Corrêa para anular inquérito da Operação Castelo de Areia. Foi-lhe prometida também uma vaga no STF, mas a promessa não foi cumprida. Isso aconteceu na manhã da quinta-feira 7 de novembro de 2019. À tarde, Gilmar, Toffoli e Alexandre de Moraes fizeram uma armação explícita para derrubar a prisão após segunda instância no plenário do STF. Num show de falta de caráter, mentira, incoerência e presunção, Gilmar recorreu a provas roubadas pelo site Intercept Brasil para execrar Dallagnol, Moro e Carvalhosa, pilares do combate à corrupção bem-sucedido no Brasil. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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