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Após ter transferido Coaf da Justiça para Economia e proibido ao Coaf passar informações ao MP sobre crimes fiscais, Centrão agora quer por fim à liberdade do trabalhador de dar ou não um dia de trabalho para sindicatos

José Nêumanne

12 de maio de 2019 | 23h10

Na manifestação de 1.º de maio Paulinho da Força uniu-se a Wagner Freitas, da CUT, para protestar contra reforma da Previdência e derrubar MP sindical. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

O presidente Jair Bolsonaro tem obrigação de vetar a lei que foi para ele sancionar em que os parlamentares anistiam partidos políticos que não cumpriram dispositivo legal que obriga seus diretórios a aplicar 30% das verbas partidárias com mulheres. Ao menos de 14 em 14 meses Câmara e Senado perdoam dívidas à União dos próprios políticos e de seus partidos. Da mesma forma, projetos de lei que permitem o aumento de vencimentos de fiscais da Receita Estadual paulista estão tramitando com velocidade recorde na Assembleia Legislativa de São Paulo, da qual 29 membros (um terço do total) receberam doações da corporação a ser beneficiada. Que vexames, hein? Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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