Velhos companheiros
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Velhos companheiros

Citados na investigação da Lava Jato em São Paulo, Aloysio, Gilmar e Paulo Preto conheceram-se no Planalto, onde, segundo Tuma, Aloysio e FHC pactuaram com Lula e Dirceu versão sobre Celso Daniel

José Nêumanne

08 de março de 2019 | 12h05

FHC, Aloysio e Gilmar, no Planalto em 2001, em reunião com governadores para tratar de poder de polícia para Forças Armadas. Foto: Ed Ferreira/AE

Josias de Souza lembrou no UOL que o ex-secretário-geral da Presidência Aloysio Nunes, o ex-advogado-geral da União Gilmar Mendes e o ex-assessor do primeiro Paulo Vieira de Souza conviviam no Palácio do Planalto quando o chefe de todos era o ex-presidente Fernando Henrique. Depois, Nunes, então ministro da Justiça, e FHC receberam Lula e José Dirceu, que anunciaram reunião para pedir entrada da PF na investigação da execução de Celso Daniel. Mas, segundo o delegado Tuma Jr registrou no livro Assassinato de Reputações, no encontro de velhos amigos do tempo da resistência ao regime militar, foi firmado um pacto de não agressão mútua que resultou na inércia da polícia no caso. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de sexta-feira 8 de março de 2019.

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