Um “super” Macron de mentirinha
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Um “super” Macron de mentirinha

Em resposta a post imperdoável até para cafajeste de boteco pé sujo de Bolsonaro sobre sua mulher, presidente francês ameaça com internacionalização da Amazônia, tese colonialista velha desde antes de ele ter nascido

José Nêumanne

26 de agosto de 2019 | 21h25

Sem apoio algum na reunião do G7 em Biarritz, Macron ressuscita velha tese colonialista da gestão internacional da Amazônia, reagindo a piada cafajeste de Bolsonaro. Foto: Philippe Wojazer/Reuters

Após ter sido desautorizado pelos outros seis membros do G7 na reunião de Biarritz, o presidente da França, Emmanuel Macron, respondeu à imperdoável cafajestice de Jair Bolsonaro, que desdenhou da idade da mulher dele, com a notícia de que se encarregaria de repor na agenda mundial a discussão sobre gestão internacional da Amazônia. Incapaz de evitar destruição de Notre Dame, reagiu à grosseria do presidente brasileiro com uma carteirada sem noção do limite do próprio poder.

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