Um rabisco para Dilma
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Um rabisco para Dilma

TRE de Minas confirmou por 4 a 3 violação da Constituição por Lewandowski, Renan e Kátia e registrou candidatura de Dilma ao Senado pelo PT em Minas em mais uma desmoralização do Judiciário

José Nêumanne

18 de setembro de 2018 | 06h50

Dilma faz campanha em Minas graças à violação de um dispositivo constitucional por Lewandowski. Foto: Roberto Stuckert Filho

Com voto de Minerva do presidente, desembargador Pedro Bernardes, o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais recusou dez recursos contra o registro da candidatura de Dilma Rousseff ao Senado pelo PT, confirmando uma das maiores molecagens já perpetradas no Judiciário Brasileiro, a rasura no artigo 52 da Constituição, que proíbe terminantemente que mandatários do Executivo depostos em processos de impeachment exerçam cargos públicos ao longo de oito anos após a sentença. E, sob inspiração da senadora Kátia Abreu, hoje vice de Ciro Gomes, do PDT, e de seu colega Renan Calheiros, candidato à reeleição pelo MDB, o então presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, perpetrou essa ignomínia. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar no Portal do Estadão desde 6 horas da segunda-feira 17 de setembro de 2018.

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