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Um procurador servil

Após ter contrariado garantia de que não se subordinará a Bolsonaro, procurador-geral da República mostrou-se servil a presidente do STF ao não enfrentar torpe decisão de invadir sigilos de 600 mil pessoas físicas e jurídicas

José Nêumanne

17 de novembro de 2019 | 20h32

Procurador-geral Aras serve a muitos senhores: Bolsonaro, Toffoli e clientes de sua banca de advocacia, mas não ao cidadão: Foto: Evaristo Sá/AFP

O procurador-geral da República não vai contestar judicialmente a determinação do presidente do STF, Dias Toffoli, que exigiu do BC cópias de todos os relatórios de inteligência financeira da UIF, ex-Coaf, dos últimos 3 anos, negando-se a cumprir seu dever. Só não se sabe se o fez para puxar o saco do Maquiavel de Marília ou cumprir ordem do presidente da Republica, Jair Bolsonaro, cuja prioridade de governo tem sido limpar a barra do primogênito Flávio. Seja por que motivo for, o amigo do amigo do filho do chefe errou e está a merecer processo de impeachment para reparar o erro. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.  

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