Um golpe de mestre de suspeitos
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Um golpe de mestre de suspeitos

Bolsonaro negociou a refundação de 1 ministérios extintos em troca da manutenção do Coaf no Ministério da Justiça com Maia, Alcolulmbre, Coelho e Ônyx, fez o que prometeu e não recebeu prometido

José Nêumanne

09 de maio de 2019 | 17h54

No acordo com Centrão Bolsonaro entregou o que prometeu, mas não recebeu o que lhe prometeram Maia, Alcolulmbre, Coelho e Ônyx. Foto: Marcos Corrêa/PF

A transferência do Coaf, excelente instrumento de investigação de lavagem de dinheiro, do Ministério da Justiça para o da Economia é um golpe de mestre dos parlamentares suspeitos, acusados ou acossados pelas operações de combate à corrupção, a mais famosa delas sob a chefia do atual ministro que pode perder o controle sobre o órgão, Sérgio Moro. Sem garantia de ter contrapartida, Bolsonaro recriou para o Centrão dois ministérios, restaurando a velha barganha de sempre, personificada em figuras como o líder do Senado no governo, Coelho, os presidentes da Câmara, Maia, e do Senado, Alcolumbre, e o chefe da Casa Civil do governo federal, Lorenzoni. Aí só tem suspeito.

Para ver no Jornal da Gazeta da TV Gazeta na quarta-feira 8 de maio de 2019, clique aqui

 

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