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Um Bolsonaro que traiu a Pátria

Segundo Douglas Garcia, filho 000 do presidente, ele e Gil Diniz prepararam e entregaram na embaixada norte-americana dossiê de antifascistas, óbvio crime de traição à Pátria

José Nêumanne

12 de agosto de 2020 | 22h40

Rfuardo Bolsonaro entrou na espionagem internacional no ramo da\ comédia, entregando à embaixada dos EUA dossiê de antifascistas que elaborou em parceria com Douglas Garcia e Gil Diniz. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O deputado estadual paulista Douglas Garcia confessou em juízo e num vídeo lavrado em português lamentável nas redes sociais que ele, seu colega Gil Diniz e o filho nota zero três de Jair Bolsonaro, Eduardo, mandaram para a Embaixada dos EUA em Brasília um dossiê produzido pelo trio delatando cerca de 100 cidadãos brasileiros de terrorismo, crime que eles consideram cometer quem se diz antifascista. Como, por exemplo, os pracinhas brasileiros que combateram o fascismo na Itália na Segunda Guerra Mundial. É traição da Pátria, conforme a Lei de Segurança Nacional, o Código Penal, o Código Penal Militar e as várias leis que protegem a natureza inviolável do exercício da liberdade do indivíduo num Estado de Direito como o nosso. Com conselhos de ética paralisados pela pandemia na Alesp e na Câmara Federal, esses espiões fanfarrões e trapalhões não podem ficar impunes. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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