Tratamento desumano
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Tratamento desumano

Fernando Segóvia deve explicações sobre a condução humilhante de Cabral, conduzido por seus agentes

José Nêumanne

22 Janeiro 2018 | 18h09

Cabral humilhado como se fosse um escravo fujão, ao ser conduzido por agentes da PF Foto de Giuliano Gomes/PRPress

O juiz Sérgio Moro faz muito bem em pedir explicações da Polícia Federal sobre quem deu ordens para que os agentes encarregados de custodiar o ex-governador fluminense Sérgio Cabral ao lhe algemarem as mãos e acorrentarem os pés. As notas oficiais da instituição divulgadas até agora não bastam mesmo. Seu novo diretor-geral, que já chamei de Fernando “Por que no te callas” Segóvia, já merece nova denominação: Fernando “Donde estás?” Segóvia. Pois sumiu e uma vergonha como esse tratamento desumano próprio dos Estados absolutistas dos tempos de Torquemada e da Inquisição não pode passar para a História como um filho aleijão sem pai. Este foi um dos temas que abordei no programa Estadão às 5, ancorado por Emanuel Bonfim, transmitido pela TV Estadão do estúdio do meio da redação do jornal e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook na segunda-feira 22 de janeiro de 2018, às 17 horas.

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