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Toffoli não quis ser compreendido

Presidente do STF ter QI insuficiente para ser aprovado em 2 concursos para juiz não o torna incapaz de executar, como o faz agora, truque sujo para prolongar benesses de sua monocracia de malandro

José Nêumanne

22 de novembro de 2019 | 20h56

 

Reprovado em 2 concursos para magistratura, Toffoli não é um primor de inteligência, mas isso não quer dizer que ele não seja capaz de exercer truque sujo. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Nunca tive muito respeito pela capacidade intelectual de Dias Toffoli. Ainda assim, estou convencido que ele não fez aquele voto abaixo da crítica por burrice, mas por esperteza. O que ele quis foi imitar Chacrinha, que dizia que não vinha para explicar, mas para confundir. Tudo isso faz parte de seu plano, traçado desde julho, de conseguir vantagens com suas decisões monocráticas e adiar o máximo possível a votação em plenário para continuar gozando as benesses que vem usufruindo e continuará a fazê-lo com elas.

Para ver comentário no Jornal da Gazeta da sexta-feira 22 de novembro de 2019, às 19 horas, clique aqui

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