Toffoli: do grampo ao botequim
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Toffoli: do grampo ao botequim

Presidente do STF começou sessão como "grande irmão" de Orwell e a concluiu transformando plenário da presunçosa corte em boteco de má reputação, cujos frequentadores correm o risco de ser assassinados

José Nêumanne

20 de novembro de 2019 | 20h37

Toffoli abriu sessão como candidato a “grande irmão” de suprema xeretice e a terminou num picadeiro de circo de segunda categoria. Foto: Sérgio Lima/SCO/STF

Ao começar a ler seu relatório, em que tentou excluir Flávio e Fabrício da tentativa de tornar-se uma versão caipira do “grande irmão” de 1984, de George Orwell, avançando sobre sigilos telefônicos de personagens de movimentações atípicas de dinheiro, era apenas um candidato a Candinha da cibernética. Ao encerrar, após apropriar-se da expressão “assassinato de reputações”, usada pelo delegado Tuma para definir o trabalho de juristas de Lula, sob Márcio Thomas Bastos, sendo um deles, virou apenas um fofoqueiro de bar sujo.

 

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