Terceiro turno, coisa nenhuma!
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Terceiro turno, coisa nenhuma!

Nação espera quatro anos para escolher novo presidente e, feita escolha, é insultada pelos perdedores, que desafiam sua decisão com truques sem vergonha com objetivo de desestabilizar governo do vencedor

José Nêumanne

01 Novembro 2018 | 06h59

No suntuoso edifício do TSE, ministros têm obrigação de desarmar armadilhas contra País por derrotados no pleito. Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Nenhum cidadão minimamente informado sobre a postura costumeira das oposições de esquerda a quaisquer governos que vençam disputas eleitorais no Brasil não está autorizado a nutrir esperanças de que tais grupos, alijados do poder pela soberana decisão da cidadania, entendam o momento delicado pelo qual passa a Nação e decidam pelo menos não perturbar as eventuais iniciativas dos vencedores. Este ano, mesmo não sendo contestado, o resultado eleitoral não apaziguou os ânimos beligerantes nem inspirou os derrotados a adotarem serenidade e colaboração. Isso é lamentável! Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 1 de outubro de 2018.

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