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Tempestade num pires d’água

Vaivém do Coaf do Ministério da Justiça para o da Economia e vice-versa poderia ter sido evitado por um advogadinho de porta de cadeia, mas terminou bem com Bolsonaro mostrando ao País que sabe perder

José Nêumanne

29 de maio de 2019 | 20h17

Votação da MP da reorganização dos ministérios no Senado serviu para mostrar como Bolsonaro e Moro puderam fazer de uma derrota sem muita importância numa boa vitória. Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Vaivém do Coaf do Ministério da Justiça para o da Economia e de volta para a origem é uma tempestade num pires d’água, uma derrota de Pirro pelo avesso, que um advogado de porta de cadeia poderia ter evitado se Bolsonaro pelo menos dispusesse de um.

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