Temer preso, falta Aécio
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Temer preso, falta Aécio

Acusado pela Lava Jato do Rio de ter chefiado organização criminosa que recolheu R$ 1 bilhão e 800 milhões em propinas da Odebrecht, Temer é segundo ex-presidente preso; e Lula e Luleco foram indiciados

José Nêumanne

21 de março de 2019 | 18h03

Preso pela PF em São Paulo, Temer encaminha-se para embarque em Guarulhos para prisão no Rio. Foto: Werther Santanna/Estadão

A serem válidas as provas recolhidas na investigação da PF e do MPF que levaram o juiz da Lava Jato do Rio, Marcelo Bretas, a mandar prender em São Paulo o ex-presidente Michel Temer, o que se desvendou é assombroso. Ele, o ex-ministro Moreira Franco, padrasto da mulher do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o dito “operador” do acusado de ser o chefão da organização criminosa do PMDB, que virou MDB, coronel PM-SP João Batista Lima Filho, teriam embolsado R$ 1 bilhão e 800 milhões em propinas para facilitar as relações entre o pagador, a Odebrecht, e a Eletronuclear por obras na usina nuclear Angra III. Com a segunda prisão de ex-presidente, agora falta Aécio Neves.

Este é um dos meus comentários no Estadão às 5, ancorado por Gustavo Lopes e retransmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal por YouTube, Facebook e Twitter na quinta-feira 21 de março de 2019, às 17 horas.

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