Tá faltando quem?

Tá faltando quem?

Quem reclama de prisão de Cunha pensa evitar ser delatado e, talvez, prisão de Lula

José Nêumanne

21 de outubro de 2016 | 09h44

“Bom dia”, disse Cunha ao chegar no IML

Não se deixe enganar pelo caridoso “garantismo” que subitamente despertou a ira de advogados e acadêmicos, além de ter desnorteado totalmente a esquerda saudosa de Dilma, contra a prisão “injustificável” de Eduardo Cunha, que, antes de ser preso pela Lava Jato, era uma unanimidade nacional de rejeição e ódio. Quem faz essa onda inesperada pensa apenas em salvar a própria pele, temendo o efeito devastador de uma eventual delação premiada do preso, que acaba de contratar um especialista em “colaboração”, Dr. Arns. Este saiu de uma visita ao preso negando a possibilidade de isso acontecer (mas quem acreditou no cara?). E evitar a prisão (que ainda não foi decretada) de Lula.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na sexta-feira 21 de outubro de 2016, às 7h10m)

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