Suprema Tolerância Federal

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Cármen Lúcia se orgulhará de ter homologado delações e se arrependerá se sortear relator

José Nêumanne

01 de fevereiro de 2017 | 10h00

Cármen Lúcia chega ao trabalho no último dia do recesso Foto: André Dusek/Estadão

Cármen no STF no último dia do recesso Foto: André Dusek/Estadão

O relator da Lava Jato será escolhido por sorteio na segunda turma do STF, composta por Lewandowski, que fatiou a pena de Dilma no impeachment, Toffoli, ex-advogado do PT, Gilmar Mendes, contra a Lava Lato, e o decano Celso de Mello, doente. A ida de Fachin da primeira turma para lá manterá a tendência: serão 3 contra e 2 na coluna do meio. Não precisa de bola congelada: o que vai acontecer é pau na Lava Jato ou a leniência de sempre. Com Teori já era assim: ele ficou 3 anos na relatoria, o STF não condenou ninguém e Moro na primeira instância apenou 120. A tolerância e a promiscuidade de Brasília continuam tornando o Supremo a casa do perdão dos amiguinhos dos convescotes na capital.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira, 1.º de janeiro de 2017, às 7h10m)

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