STJ envergonha o Brasil

Em mais um ato comum na farra de plantões de recesso, presidente do STJ transfere guarda-livros da famiglia Bolsonaro da prisão para casa e repete benefício para mulher dele, Márcia Aguiar, embora ainda foragida

José Nêumanne

10 de julho de 2020 | 20h18

Além de mandar Queiroz para casa, Noronha concedeu mesmo privilégio para a mulhler dele, Márcia Aguiar, mesmo estando ela em condição de foragida da Justiça. Foto: Rafael Luz/STJ

O presidente do STJ, João Otávio de Noronha, transferiu Fabrício Queiroz, guarda-livros da famiglia Bolsonaro, da prisão em Bangu para casa. Nela poderá gozar dos cuidados da mulher, Márcia Aguiar, que recebeu o mesmo privilégio quando estava foragida da Justiça. A vergonhosa decisão não deverá ser confirmada quando o assunto passar para o relator, Félix Fischer, que não alivia barras.

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