STF, padroeiro de ladrões
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STF, padroeiro de ladrões

Ao marcar sessão plenária do STF para soltar Lula da cadeia para sempre, Toffoli de repente se esqueceu de que havia proposto passar o início do cumprimento de pena para condenação em 3.ª instância para calendas gregas

José Nêumanne

14 de outubro de 2019 | 20h53

Atrás de Mourão, Botafogo e Batoré, entre Sarney e ACM Neto, Toffoli, em vez de rezar, arquitetou na canonização da Santa Dulce dos Pobres golpe salvador de políticos condenados. Foto Mourão Twitter

Ao chegar do Vaticano, onde se fez de romeiro devoto de Santa Dulce dos Pobres, Toffoli marcou reunião do STF para tirar definitivamente da cadeia ricaços que furtaram o erário, entre os quais seu padrinho Lula, prejudicando os miseráveis da Nação. Além disso, revelou-se velhaco ao subitamente omitir a proposta de conciliação que fizera de permitir o início de cumprimento de pena para condenados na terceira instância, o STJ. Como Lula perdeu por 8 a 0 e ficou fora do alcance da benemerência, ele deu um perdido.

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