STF não quer Receita no pé
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STF não quer Receita no pé

Moraes prorrogou até dezembro decreto de Toffoli para punir cidadão que ousar criticar STF e também deu 48 horas para PF encaminhar a este inquérito e todas mensagens hackeadas pelos arararraquers , após Fux ter proibido apagá-las

José Nêumanne

02 de agosto de 2019 | 18h00

 

Moraes censurou Crusoé, voltou atrás, não pediu desculpas e agora ressuscita mordaça de quem criticar STF. Foto: Dida Sampaio/Estadão.

Alexandre Torquemada de Moraes, relator do decreto de Toffoli para blindar de críticas e outros mal estares os 11 ministros do STF, adiou para o fim do ano conclusão do decreto, que acabaria em julho, em pleno recesso branco dos supremíssimos magistrados. E deu 48 horas para a Polícia Federal entregar a estes os resultados de seu inquérito contra os arararraquers e todas as mensagens hackeadas por eles. Depois de ser indenizado em R$ 5 mil pelo pai de dois adolescentes que espalharam nas redes sociais que ele tinha sido advogado no PCC. Na verdade, seu escritório representou a Transcooper, cooperativa de perueiros, que a polícia paulista, que ele comandou como secretário de Segurança, suspeita ter relações digamos contábeis com o bando. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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