STF, área de serviço dos Kakays
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STF, área de serviço dos Kakays

Um time de 11 advogados ricos, defensores públicos e frustrado defensor de Dilma no impeachment, defendendo partido sem voto - lutam por impunidade de seus clientes

José Nêumanne

18 de outubro de 2019 | 11h45

Kakay, ícone dos advogados ricos de Brasília, frequente assiduamente plenário do STF assim como Sepúlveda Pertence, que foi presidente da casa e advogado de Lula. Foto: André Dusek/Estadão

Sessão de ontem, que abriu em plenário discussão sobre autorização para prender condenados após a segunda instância, foi a mostra de que o STF é a área de serviços dos partidos sem votos, caso do PCdoB, e dos advogados que cobram milhões dos bandidos de colarinho-branco, que roubam bilhões do dinheiro suado do trabalhador. Um deles, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que já foi fotografado de bermuda no recinto tido como nobre, é o ícone dessa patota. Assim como o é o ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União de Dilma do PT, José Eduardo Martins Cardozo, que representou o PCdoB, satélite petista que será extinto quando a cláusula de barreiras for adotada para impedir a atuação no Parlamento de partidecos sem votos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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