STF a serviço de Lula e Bolsonaro

Com pedido de vista de Marques, Segunda Turma do STF adiou a decisão final sobre o pedido de parcialidade de Moro pela defesa de Lula, negado por Fachin e Cármen, que pode mudar seu voto

José Nêumanne

10 de março de 2021 | 22h15

Gilmar e Lewandowski usaram e abusaram de provas ilícitas sem sequer exigirem perícia que constatasse a veracidade das mensagens qsue leram, empatando a votação que decidirá sobre parcialidade de Moro. Foto: Dida Sampaio/Estadão

1 – Em vez de tornar viável a substituição do presidente da República por alguém que compre vacinas para imunizar o povo e convença os cidadãos a ficarem em casa, o STF se reuniu para limpar a ficha do petista, que nomeou grande parte deles. 2 – Fachin anulou 4 processos em que o réu-mor do mensalão foi condenado. 3 – Gilmar dedicou-se à condenação de Moro, que o apenou e de cuja popularidade sente óbvia inveja. 3 – Lewandowski desconheceu milhões devolvidos por corruptos no voto em que definiu o juiz da Lava Jato como arbitrário e parcial. 4 – O “excelso pretório” agiu como um penico sem tampa. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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