Sociedade de otários espoliados
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Sociedade de otários espoliados

República dos sem-vergonha vive à tripa forra, à custa de um povo submetido à desonra da pobreza

José Nêumanne

26 Julho 2017 | 13h43

Em 2005,  começo amizade que virou sociedade entre Lula e Temer .Foto Jose Cruz/ABr – 24/06/2005

A reforma política de Cândido e Jucá e as mudanças no CPP propostas por Forte, aliado de Temer, evidenciam tentativas de adaptar as leis eleitorais e penais do País aos interesses pessoais de chefões políticos encalacrados nas operações, Lava Jato entre elas, inspiradas em convenções da ONU, da OEA e da OCDE contra a roubalheira geral, importadas por Fernando Henrique e Dilma e agora ameaçadas pelos que defendem a impunidade de quem for flagrado. Esse “acordão”, que denota fraqueza e sordidez, põe o Brasil, já na contramão da prosperidade, também na trilha oposta da luta contra o roubo. Aqui a vergonha empobrece o portador.

Este é o último parágrafo de meu artigo A república dos sem-vergonha, publicado na página 2A da edição do Estado de S. Paulo de quarta-feira 26 de julho de 2010.

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