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Só micos no pódio

A menos de dois meses da Olimpíada, morte da onça, queda da ciclovia e invasão do hospital são crônicas do mico anunciado

José Nêumanne

22 de junho de 2016 | 08h48

 

A invasão do hospital Souza Aguiar, tido como modelo de atendimento público de saúde, o carão levado da Austrália pelo vexame da atleta daquele país assaltada no Aterro do Flamento e o tiro de pistola que abateu a onça Juma no revezamento da tocha no Amazonas são os mais recentes exemplos do tamanho do mico que o Brasil deverá passar na transmissão para o mundo da Olimpíada do Rio. Nada, contudo, abate o ânimo do prefeito da cidade-sede, um fanfarrão chamado Eduardo Paes, que insiste na fantasia de o financiamento de um evento pro Primeiro Mundo ser pago por empresas privadas.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 22 de junho de 2016)

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