Senado sujo, STF mal lavado
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Senado sujo, STF mal lavado

Desde que assumiu presidência do STF, Dias Toffoli fala em pacto para dar tom nobre a conluio entre seus pares e parlamentares para todos escaparem do dever de cumprir a lei como quaisquer cidadãos

José Nêumanne

13 de fevereiro de 2019 | 13h52

Dias Toffoli almoçou com Onyx Lorenzoni em missão de paz entre poderes, ou melhor conluio entre poderosos. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A desistência de três signatários anulou a possibilidade de se instalar uma CPI no Senado chamada de “lava toga”, ou seja, para por em pratos limpos as suspeitas que recaem sobre ministros do STF que se escondem na condição de magistrados supremos para se darem bem demais na vida. Com essa decisão lastimável, a chamada Câmara Alta do Congresso abdica de sua condição única de fiscal dos ministros morcegões que se consideram acima do bem e, sobretudo, do mal. São decisões absurdas como essa que dão ao Brasil a condição de “país da impunidade”, onde os mandatários dos Três Poderes se arvoram à condição privilegiada de intocáveis, imprópria em qualquer democracia que se preze. É nesse território, em que a lei só pune os cidadãos sem condições sequer de recorrer à última instância do Judiciário, que impera a desordem e a desídia, provocando fome, miséria e a negação do princípio elementar da igualdade de todos perante a lei. Se gostar deste vídeo, dê um like, compartilhe no YouTube e Twitter, inscreva-se no meu canal e clique no sininho para ser avisando quando publicar próximos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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https://youtu.be/FBX8N__71Wg

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