Senado quer seu dinheirinho
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Senado quer seu dinheirinho

De tanto empurrarem com barriga, parlamentares já reduziram em meio trilhão de reais a economia do cidadão no custeio da Previdência e agora querem mais prazo para concluírem a votação chantageando o governo

José Nêumanne

07 de outubro de 2019 | 22h10

Todos os errados acertos que partem do Senado são resolvidos em reuniões da Mesa, presidida por Alcolumbre, e do colégio de líderes, por ele manipulado. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Seria natural que a votação do segundo turno, capítulo final da novela, da Previdência ocorresse na quarta-feira, dia 9, mas foi adiada sem motivo aparente para semana que vem. Agora o líder do PSL, senador Major Olímpio, diz que se espera que seja mesmo no dia 22 de outubro. O adiamento se explica pela chantagem que parte de seus colegas faz para tirar mais dinheiro em emendas para si próprios ou para objetivos pessoais, partidários ou familiares. E, assim, a economia esperada já foi reduzida em meio trilhão de reais, que o pagador de impostos deixará de economizar.

 

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