Sem prazo pra nada

Sem prazo pra nada

Logo na primeira sessão, STF mostra como será o ano: tudo que for urgente será adiado

José Nêumanne

01 de fevereiro de 2017 | 18h51

STF se reúne para adiar pras calendas tudo o que exigir decisão urgente Foto Rosinei Coutinho STF

STF se reúne e adia o que exige urgência Foto Rosinei Coutinho STF

A primeira sessão do ano judiciário de 2017, com todas as desgraças que ocorrem à população brasileira, trouxe exemplos de como o Supremo Tribunal Federal posterga toda decisão que precisa tomar. Ao abrir a sessão, a presidente Cármen Lúcia sentiu-se na obrigação de prestar uma homenagem póstuma do ministro Teori Zavascki, que já teve todos os elogios fúnebres possíveis. Depois, pôs em votação a decisão de não permitir que presidente do Senado réu não pode assumir a PresidÊncia da República por prazo algum. E Gilmar Mendes pediu vista, interrompendo o julgamento. Só Deus sabe quando vai liberar a ação. Já passou da hora de os ministros da Casa terem prazos para tomar decisões.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 1ª de fevereiro de 2017, às 17h36m)

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