Salvação suspensa

Salvação suspensa

Liminar de juiz substituto de Brasília suspende aumento de combustíveis que governo encara como salvação

José Nêumanne

25 de julho de 2017 | 22h53

Janot rasga sedas para Dodge e corporativismo de saia justa impregnou o ar Foto: Dida Sampaio/Estadão

O Brasil parou para aplaudir ou criticar a decisão do juiz federal substituto da 20.ª Vara Federal do Distrito Federal, Renato Borelli, que concedeu liminar suspendendo os efeitos do decreto que elevou as alíquotas de PIS/Cofins cobradas na venda de combustíveis. A decisão de primeira instância foi encaminhada à Agência Nacional de Petróleo (ANP) e pediu a suspensão imediata dos efeitos do decreto. Este foi o principal assunto do Estadão às 5, programa de televisão produzido pela TV Estadão no estúdio no meio da redação do jornal e retransmitido por Youtube, Twitter, Facebook e Periscope Estadão, com Emanuel Bomfim, da Rádio Eldorado, FM 107,3, como âncora e eu como comentarista. Outros assuntos relevantes da política no dia, tais como o namoro do DEM de Rodrigo com o PSDB de Alckmin, a invasão de propriedades de políticos e cartolas comprometidos em escândalos de corrupção pelo MST, a liberação do pedido de vista no STF para processar Renan também foram informados e comentados.

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